De qual país importar? (O #2 é o país com mais oportunidades)

O mundo da importação/exportação é fascinante, cheio de oportunidades e possibilidades de investimentos lucrativos. O risco existe, mas ele se torna totalmente controlável quando você conhece bem alguns pontos importantes do processo. E um deles são os melhores países para importar produtos.

Para que seu caminho seja apenas de sucesso em todos os degraus, preparamos uma lista com os países que te oferecem as oportunidades mais vantajosas.

China

A China é destaque total no mundo das exportações. Ao longo dos anos o país tem superado grandes potências mundiais e assumindo o topo do ranking no segmento. Em 2014, as exportações dos chineses cresceram 6,1% em relação ao ano anterior. O comércio alcançou a impressionante marca de US$ 2,35 trilhões.
Com relação aos produtos mais exportados pela China, destacam-se:

  • Aparelhos transmissores e receptores.
  • Celulares.
  • Bombas e compressores.
  • Motores e geradores.
  • Compostos orgânicos e inorgânicos.
  • Circuitos impressos.
  • Circuitos integrados.
  • Dispositivos móveis.

Índia

A Índia é uma nação emergente. O crescimento econômico do país nos últimos anos tem sido excelente, o que a coloca como a nona maior economia do mundo.
O crescimento anual da Índia tem sido de 7%, resultado dos esforços de uma economia diversificada, com destaque para as áreas tecnológica, de serviços, agrícola, financeira e industrial.
É destaque nas exportações indianas:

  • Produtos manufaturados.
  • Indústria de tecnologia.
  • Produção de softwares.

 

Estados Unidos

Os Estados Unidos são detentores da maior economia do mundo, em volume de PIB. Trabalhando totalmente dentro dos parâmetros capitalistas, se destacam em diversos setores.
Possui um mercado consumidor interno forte e com bastante poder aquisitivo. Os principais setores econômicos dos EUA são as finanças, a indústria, tecnologia, mineração, agricultura e turismo.
Nas exportações, os Estados Unidos se destacam:

  • Produtos agrícolas.
  • Suprimentos industriais.
  • Computadores.
  • Motores de veículos.
  • Transistores.
  • Equipamentos de telecomunicações.

 

Alemanha

A economia da Alemanha é a mais rica da Europa. Destaque para a indústria alemã, altamente desenvolvida, com tecnologia de última geração. Também merecem destaque os setores de finanças e de serviços.
O país fechou o ano de 2014 como a quarta maior economia do mundo, com um PIB de US$ 3,621 trilhões, representando um crescimento de 1,5% (PIB).
Os destaques nas exportações alemães são:

  • Produtos químicos.
  • Veículos.
  • Produtos manufaturados.
  • Máquinas.
  • Metais.
  • Produtos têxteis e alimentícios.

 

Japão

A Segunda Guerra Mundial foi um divisor de águas para a economia japonesa. Com a ajuda estrangeira, em especial dos EUA, o Japão investiu pesado no desenvolvimento tecnológico e industrial. E já na década de 70 já era uma das grandes potências do mundo.
Hoje o Japão já é a terceira maior economia do mundo em volume de PIB. Além disso, uma das grandes vantagens do país é a sua infraestrutura (geração de energia, rodovia e portos), que colabora muito com o desenvolvimento do país.
Entre os destaques das exportações japonesas, estão:

  • Equipamentos eletrônicos.
  • Veículos.
  • Artigos de informática.

Mercosul

O Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) trata-se da união comercial e política entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, que assinaram o Tratado de Assunção em março de 1991.
Após esse período, outros países se uniram ao Mercosul: Chile (1996), Bolívia (1997), Peru (2003), Colômbia, Equador e Venezuela (2204).
O comércio dentro do Mercosul passou de US$ 4,5 bilhões (1991) para US$ 59,4 bilhões (2013).
Como destaque nas exportações do Mercosul, temos:

  • Produtos industrializados.
  • Produtos agrícolas (açúcar, soja, carne bovina, vinho e arroz).
  • Energia (destaque para a Venezuela, que detém quase 93% das reservas de petróleo do Mercosul).

Você gostaria de importar de algum desses países? Conte para a gente nos comentários abaixo!

4 motivos para sua empresa importar do Mercosul (o #3 é o nosso favorito)

Antes de qualquer coisa, é preciso ter certeza de que você conhece as principais informações sobre o Mercosul. Mercosul é a sigla de Mercado Comum do Sul, que vem a ser uma União Aduaneira, formada em 1991, entre Brasil, Uruguai, Argentina, Paraguai e Venezuela.

Mais adiante Colômbia, Chile, Bolívia, Equador e Peru ingressaram nesse grupo, que tem como objetivo principal estabelecer uma tarifa externa que seja comum a todos eles, além da livre circulação de mercadorias, serviços e bens entre os associados.

Diminuir as barreiras alfandegárias e adotar uma política comercial comum em relação a outras nações são importantes motivos de existir dessa união. Isso quer dizer que devem ser estipuladas taxas comuns para produtos e serviços vindos de outros países que não sejam daqueles que compõem o Mercosul.

É fácil perceber que existem muitas vantagens para os países que compõem esse grupo, concorda? E se você pretende ingressar no seleto grupo de importadores? Será que é vantajoso o fato do Brasil estar no Mercosul? Ou isso pode se tornar um grande entrave para os seus objetivos?

 

O Brasil importador

É importante para o Brasil manter relações comerciais com outros países e importar produtos e serviços que sejam mais baratos e de melhor qualidade do que aqueles produzidos internamente. Afinal, é impossível sobreviver sendo autossuficiente.

Por isso, importar tornou-se uma importante ação para o Brasil. Mas, de quem importar? Quais são os melhores mercados para isso?

O fato de estar no Mercosul dá ao Brasil, além de proteção e poder de competição no exterior, algumas vantagens quando as ações comerciais são realizadas entre as nações que compõe o grupo. Você sabe quais são essas vantagens? Vejamos!

 

Vantagens

1. Tempo para receber as importações

É muito mais simples, mais rápido e também mais seguro quando comercializamos com países que fazem fronteira com o nosso país, não é verdade?

A logística é muito mais eficaz e o tempo de entrega é bastante acelerado e você não precisará esperar tanto quanto quando comercializamos com nações distantes. O frete geralmente é rodoviário, o que também permite valores mais baixos de logística.

2. Volumes reduzidos e menos riscos

O ideal é começar importando em quantidades seguras, sem exageros; afinal você não quer – e não pode – jogar dinheiro fora.

Por isso, é necessário olhar com bons olhos a possibilidade de pagarmos baixos impostos – ou nem pagarmos – e com volumes reduzidos. Isso diminuirá a margem de erro e o risco de dívidas comerciais, perigosas para o futuro de qualquer empreendimento.

3. Impostos

A entrada do Brasil no Mercosul tem impacto relevante em relação aos impostos pagos para importação.

Enquanto comercializa com nações europeias ou asiáticas, por exemplo, existe a obrigatoriedade de pagamento de impostos de importação que, muitas vezes, inviabilizam o negócio em função dos altos valores.

Mas este problema deixa de existir quando as relações são feitas entre os componentes do Mercosul, pois os impostos de importação entre eles foram reduzidos a zero ou a uma taxa muito próxima à isenção total.

4. Livrando-se do dólar

Uma das grandes vantagens de importar do Mercosul é que as negociações são realizadas em moeda local e não na moeda dos EUA, gerando reservas cambiais importantes para o desenvolvimento do Brasil. Além disto, a variação das moedas do Mercosul costuma ser menor, o que permite uma negociação sem a preocupação de grandes alterações do câmbio.

 

Você já importa produtos do Mercosul? Como foi sua experiência e quais são os seus planos?