5 motivos para sua empresa começar a exportar agora mesmo

Exportar é muito mais do que uma boa opção para pessoas e empresas; é uma excelente alternativa de desenvolvimento. E, independente do receio de algumas pessoas, é importante ter em mente as diversas vantagens que existem.

Por isso, é hora de esclarecermos todas as dúvidas e mostrar que vale a pena exportar e que todo mundo ganha: o exportador, o importador e o mercado interno, com o ingresso de divisas e geração de emprego e renda.

 

Vantagens de exportar

 

1 – Diversidade de Mercados

Quando uma empresa se prepara para exportar, ela destina uma parte da sua produção para o mercado interno e a outra para o externo. Essa ação aumenta a carta de clientes em diferentes mercados. E uma das grandes vantagens desse empreendimento é que a empresa diminui os riscos e se torna mais independente, pois quantos mais mercados ela estiver atuando, menos dependente ela será e menos exposta estará a crises financeiras em determinadas regiões.

Além disso, é importante frisar que a diversidade de mercado acaba com o problema das empresas que vendem produtos sazonais. Por exemplo, se a empresa “X” vender casacos, ela não ficará dependente da estação fria no seu país. Ela terá condições de produzir durante todo o ano, atuando de acordo com a estação fria dos mercados em que ela estiver atuando.

 

2 – Crescimento da produtividade

Quando uma empresa dá início à exportação, ela precisa produzir em maior quantidade e também com qualidade cada vez melhor para conseguir ser competitiva no mercado internacional. Para isso ela precisará se modernizar e, pensando de forma global, sairá ganhando com todo o processo, pois a modernização leva ao crescimento da empresa.

 

3 – A qualidade do produto

Conforme mencionamos anteriormente, a internacionalização de uma empresa a obriga a se adaptar às exigências do mercado em que estiver atuando.Elas precisam adquirir tecnologia, pois essa é uma exigência dos mercados internacionais, que sejam seguidas normas e procedimentos.

O investimento na qualidade dos seus produtos será percebido por todos seus clientes, do mercado doméstico ou internacional, o que garantirá a sustentabilidade de sua empresa e a geração de receitas com o fortalecimento da marca e dos produtos.

 

4 – A carga tributária

Quem exporta tem a possibilidade de usufruir de mecanismos que ajudam a diminuir os tributos: são os incentivos fiscais.

Os incentivos fiscais eliminam tributos incidentes sobre os produtos nas operações realizadas no mercado interno. Nas exportações, é fundamental que os produtos cheguem ao mercado internacional com preços competitivos, e isso se torna possível pela compensação dos incentivos fiscais.

 

5 – Melhoria na empresa

Quando uma empresa se torna exportadora, tudo muda para melhor, seja nos processos internos como na imagem que o mercado tem sobre ela. Veja só:

Internamente

  • Padrões internacionais de gerenciamento, adotados em função das exigências do mercado externo.
  • Novas tecnologias empregadas, devido ao processo de internacionalização da empresa. É uma exigência dos mercados que irão importar os seus produtos.
  • Crescimento e qualificação da mão de obra para que seja possível alcançar todas as novas exigências do processo de exportação.
  • Fortalecimento do valor agregado da marca.

 

Externamente

  • Crescimento da marca, pois o consumidor passa a olhar a empresa com outros olhos, com mais respeito, o que tende a gerar mais vendas e fidelização do seu público-alvo.
  • Os fornecedores também passam a encarar a sua empresa com outra postura, o que pode melhorar o processo de negociação de produtos.

 

A peça importante para o sucesso da exportação

Agora que você já tem total certeza de que vale a pena exportar, é preciso definir todos os passos desse projeto com uma empresa especializada no assunto, pois é de fundamental importância que você tome conhecimento de todos os trâmites legais.

Além disso, quando você contrata uma empresa especializada, ela já tem conhecimento dos mercados internacionais e vai te direcionar para os melhores clientes, diminuindo por completo a possibilidade de prejuízos, com maus clientes e negociações que não sejam vantajosas para a sua empresa.

Esse é o melhor investimento na hora de exportar e você tem tudo para lucrar com isso.

Cotação para exportação: Como elaborar uma pro-forma invoice (fatura pro-forma)

Sua empresa recebeu uma cotação de um cliente estrangeiro e está se preparando para fazer sua primeira exportação? Então é hora de emitir sua primeira pro-forma invoice, também conhecida como fatura pro-forma.

A pro-forma invoice é um dos documentos mais importantes no comércio exterior, sendo utilizado tanto nas operações de importação como nas de exportação. Ela é utilizada na fase inicial da negociação, ou seja, no processo de cotação entre clientes e fornecedores estrangeiros, e serve para definir as condições comerciais e proteger ambos os lados de possíveis questionamentos e disputas comerciais que possam ocorrer no futuro. A fatura comercial também é utilizada para definir os custos e responsabilidades sob a mercadoria durante o transporte logístico.

Por exemplo, você já se imaginou na situação em que o contêiner é envolvido em um acidente rodoviário entre a fábrica do exportador e o porto de origem na China, de quem é a responsabilidade pelo pagamento dos danos causados? Isto dependerá das condições acordadas nos INCOTERMs e descritos no pro-forma invoice.

O pro-forma não é uma obrigação de compra ou pagamento por parte do importador, ele somente formaliza as negociação entre ambas as partes. Mesmo com o pro-forma assinado pelo cliente, é importante que o comprador realize o depósito antes que a mercadoria seja despachada. Além disto, é importante ressaltar que ele pode ser emitido em inglês ou na língua do importador.

Preparamos uma lista de itens que são recomendáveis para garantir uma operação segura e sem riscos. É aconselhável que todos os itens sejam preparados e conferidos com muita atenção pois o fornecedor se baseará nos mesmos para produzir e entregar as mercadorias. Os principais itens da pro-forma invoice são:

 

  • Consignee: Neste campo são descritas as informações cadastrais da empresa importadora dos produtos – razão social, endereço completo e telefone. Nos casos em que há intermediação da importação via trading, o campo consignee é preenchido com os dados da empresa de trading.
  • Notify: Empresa ou pessoa que poderá receber informações sobre o status da importação – também são utilizados os dados cadastrais de razão social, endereço completo e telefone. Este campo é muito utilizado em casos onde há importação via trading, sendo que o Notify é a empresa de destino da mercadoria.
  • Condições de pagamento: Esta seção do pro-forma invoice detalha como será feito o pagamento das importações. Apesar de ser comum a utilização do pagamento antecipado, o fornecedor pode conceder prazo para pagamento, assim como o pagamento com carta de crédito.
  • Quantidade por produto: Quantidade a ser produzida por item.
  • Quantidade total: Somatório da quantidade de cada produto.
  • Valor unitário: Valor unitário por produto na moeda da negociação.
  • Valor total: É o campo que, além de somar o valor unitário multiplicado pela quantidade de cada item, é descrito por extenso com a moeda da negociação.
  • INCOTERM: os INCOTERMS definem as responsabilidades entre o importador e o exportador. Por exemplo, de quem é a responsabilidade pelo pagamento do frete, seguro e impostos? Até qual período da viagem a responsabilidade é do exportador? Os INCOTERMS mais comuns são:
    • CIF – Cost, Insurance and Freight: Quando o exportador informa o preço CIF, ele está nos dizendo que o mesmo inclui: custo da mercadoria, seguro e frete até o porto de destino final, ou seja, somente é necessário pagar os impostos de importação.
    • FOB – Free on Board: O exportador se responsabiliza a entregar a mercadoria no porto de origem, sendo responsável pelo transporte da fábrica até o costado do navio. Após isto, ou seja, durante o trânsito marítimo e desembaraço, as responsabilidades são do importador. É necessário acrescentar o porto de origem da mercadoria após a palavra FOB.
    • FCA – Free Carrier: Sempre acompanhado de um local de destino, o vendedor entregará a mercadoria neste lugar mencionado, sendo que é responsável por todos os custos e despesas até este local pré-definido.
    • EXW – Ex-works: O exportador disponibilizará a mercadoria na fábrica ou armazém de origem, ou seja, ele não se responsabilizará pelos custos de logística e despesas, como frete, seguro e impostos.
  • Condições de qualidade: Os requisitos de qualidade podem ser descritos nesta seção. É importante detalhar para o fornecedor as expectativas e parâmetros das mercadorias, assim não haverá surpresas no momento de desembarque da carga.
  • Validade da proposta: Toda proposta comercial deve ter uma validade que limita a data máxima em que a cotação é ainda válida. Esta data impede que futuras variações no preço não sejam aceitas pelo cliente caso ele leve um tempo grande para confirmar a cotação.
  • Data de embarque: O fornecedor dará uma previsão de embarque da carga, o que é muito importante para agendamento do frete com o agente de cargas, além da preparação da descarga no destino.
  • Canal bancário: É interessante descrever no pro-forma os dados bancários para facilitar o processamento do pagamento, assim como diminuir o risco de fraude em que alguém envia dados bancários incorretos para pagamento da fatura.
  • Assinatura: Tanto o importador como o exportador devem assinar o pro-forma invoice para garantir a veracidade e conferência das informações.

 

No link abaixo disponibilizamos um modelo de pro-forma invoice ideal para empresas que precisam começar a exportar com segurança. Ele contem todos os detalhes acima, você somente precisa adaptar a sua mercadoria. Baixe o modelo de proforma invoice clicando aqui!

Modelo proforma invoice - NEST

Você já emitiu ou recebeu a sua primeira pro-forma invoice? Você localizou todos os itens acima? Compartilhe sua experiência conosco nos comentários abaixo. Caso você tenha alguma dúvida sobre a fatura comercial, entre em contato conosco clicando aqui.

5 motivos para importar (o #2 é o mais importante)

Grande parte das empresas brasileiras já perceberam que a importação é um dos principais focos estratégicos nos últimos anos por diferentes motivos: diminuição de custos, aumento de faturamento com produtos inéditos, incremento na lucratividade devido ao menor custo de aquisição das mercadorias, além da ampliação da participação de mercado devido à disponibilização de um portfólio de produtos mais completo. A globalização e o comércio exterior já fornecem diversos benefícios para estas empresas, porém, chegou a hora do pequeno empreendedor precisa conhecer melhor como se aproveitar destas oportunidades.

Separamos 5 motivos que trazem informação suficiente para você perder o medo, deixar a insegurança de lado e se dedicar a esse empreendimento, repleto de vantagens competitivas.

 

1 – Preços mais baixos

Comprar produtos no exterior ao invés de produzi-los aqui é uma das grandes vantagens da importação. Se levarmos em conta que os custos da indústria nacional são bem maiores, quando adquirimos bens e serviços além das nossas fronteiras, a rentabilidade passa a ser muito interessante.

Para que você tenha uma ideia dessa discrepância de valores, a diferença de preços entre um produto nacional e um importado pode alcançar até 300%, o que significa dizer que, mesmo gastando com impostos e todas as taxas cabíveis, você ainda terá um lucro satisfatório com esse processo.

Outro ponto importante é que quando você investe na produção de mercadorias, você precisa acrescentar ao seu custo o capital imobilizado – como equipamentos, fábricas e máquinas – o que encarece de forma considerável o valor final do produto.

Por que seguir por esse caminho se você pode investir apenas com estoque?

 

2 – Produtos inéditos no Brasil

Essa é uma grande vantagem competitiva. Quando você importa, tem a possibilidade de trazer para o mercado interno diversos produtos ainda não comercializados aqui, com mais tecnologia e inovação.

Quando você dá a seus clientes a oportunidade de consumirem novidades, a sua visibilidade aumenta, sua marca se fortalece e você conquista o mercado, que passa a te olhar de forma diferenciada.

Seus preços tendem a ser mais vantajosos do que o dos concorrentes – que não importam – e com o adicional de constante inovação.

 

3 – Aumento do portfólio de produtos da empresa

Quanto mais opções, melhor, concorda? É com essa mentalidade que o consumidor olhará para você se encontrar no seu negócio uma gama de possibilidades de consumo.

Ter uma variedade maior de produtos aumenta o seu mercado de atuação, antes restrito apenas à produção nacional.

Imagine a sua empresa. Ao importar uma linha completa de produtos e também diferentes linhas, um novo panorama se abre, com o aumento do mercado.

E quando somamos o fato de que também importamos produtos correlatos, podemos estabelecer o cross-sell, onde o cliente busca um determinado produto e acaba seduzido pela variedade de possibilidades que se complementam.

 

4 – Produtos de melhor qualidade

A globalização tem influência determinante na qualidade dos produtos, pois para sobreviver, diversos países tiveram que investir em modernização, gerando produtos com resultados excelentes e qualidade acima da média.

Se compararmos os produtos do primeiro escalão nacional com os internacionais, na maioria das vezes perderemos em qualidade e em preço.

Você tem uma importante arma com relação aos seus concorrentes quando tem os melhores preços e a melhor qualidade.

 

5 – Importar é fácil

Agora que você já conhece as vantagens da importação, tanto para a sua empresa quanto para o país de forma geral, é hora de importar.

Todavia, mesmo já tendo a consciência de que esse é um importante caminho, você ainda não sabe quais os trâmites e não conhece os melhores mercados para fornecer os produtos que você quer importar.

A melhor atitude é encontrar uma empresa especializada em importação. Através desses profissionais, você conhecerá os melhores mercados, conseguirá os melhores preços e as negociações mais vantajosas.

Quando você delega essa missão a quem conhece o mercado como ninguém, o ato de importar torna-se uma tarefa fácil, além de ainda mais lucrativa.

Primeiros passos da exportação

O mundo do comércio exterior é realmente fantástico! Seja com importações ou exportações, um sem-número de possibilidades nos coloca à frente de um mercado altamente promissor e em franco desenvolvimento. Pessoas, contatos, estratégias, investimentos, mercados e evolução. Várias seriam as palavras que poderíamos agregar a este segmento.

Todavia, hoje vamos nos deter na ação de exportar. E, como você já sabe bem, esta é uma iniciativa altamente vantajosa para todas as empresas e vale a pena gastar um pouco do seu tempo para conhecer um pouco mais sobre o assunto, aprender caminhos e conhecer quem pode realizar esse serviço com excelência para você.

 

Por que exportar?

 

Provavelmente essa é a primeira pergunta que vem à sua cabeça quando procura analisar os viabilidade de iniciar um projeto de exportação.

A palavra-chave é DIVERSIFICAÇÃO. A possibilidade de atuar em novos mercados é um dos grandes motivos que nos impulsiona a exportar. Aumentar e diversificar a carteira de clientes é uma ação que traz segurança para a sua empresa, tendo em vista que o mercado sempre oscila. Portanto, ficar preso apenas ao mercado interno pode deixar o seu empreendimento com menos alternativas de sobrevivência em tempos de crise.

Além disso, sua produção tende a aumentar com as exportações e consequentemente você poderá diluir os seus custos fixos e despesas administrativas através da economia de escala.

E não para por aí. Quando você se volta para novos mercados, precisa estar ciente de que cada país tem seus próprios procedimentos e exigências. Portanto, para atender a todos eles, você terá que adquirir novas tecnologias que, se num primeiro momento te levar a imaginar que seus gastos aumentaram, com o tempo você perceberá que era o impulso que a sua empresa precisava para dominar de vez o mercado.

 

Agora que você já conhece a importância de ser um exportador, é hora de aprender como se realiza esse processo

 

Ok, você já está convencido do valor e da importância de abrir a sua empresa para o mundo das exportações. Agora só falta aprender como fazer isso. Mas, tenha calma, no final você vai descobrir que existem pessoas preparadas para realizar esse processo pra você. Por isso, não existe nenhum motivo que possa te impedir de crescer e conquistar mercados mundo afora.

Tome nota, analise com imparcialidade e queira investir no mundo das exportações.

 

1 – Qual o tamanho da sua empresa?

 

Essa é a primeira pergunta que você deve fazer quando iniciar esse processo de ingresso no mercado exportador. Afinal, é importante investir de acordo com as suas reais possibilidades.

A capacidade de produção é um dos fatores decisivos e determinantes; a partir deles você conseguirá mensurar quanto da sua produção está voltada para o mercado interno, quanto sobra para o externo e qual a capacidade de crescimento e desenvolvimento produtivo que você é capaz de alcançar para melhorar a sua atuação neste novo mercado que bate à sua porta.

Dê cada passo de forma segura. Por isso, não é necessário criar, logo no início do processo, um departamento de exportação.

Mas antecipe-se e procure logo fazer o seu registro na Receita Federal e nos outros órgãos anuentes, de acordo com o tipo de produto que você pretende exportar. É preciso tomar essas medidas o quanto antes, pois o tempo de espera para estar de acordo com a lei é de cerca de 60 dias.

 

2 – Conheça o mercado para quem deseja exportar

 

Você só poderá dominar um segmento que você conheça bastante, concorda? Por isso, é essencial conhecer o mercado internacional; só assim você será capaz de definir qual é o seu público-alvo, encontrar os compradores em potencial, descobrir quais são os pontos do mercado que você precisa se adaptar e tabelar os preços médios que são praticados em outros países para poder oferecer um produto competitivo.

A fase da pesquisa de mercado não deve ser rápida; ela precisa ser bastante detalhada para que você possa dar o tiro certo, com menos possibilidades de errar o alvo.

 

3 – Uma ação tão importante precisa de especialistas

 

Você percebeu que exportar não é nada impossível, mas logo de cara teve a certeza de que a melhor coisa a fazer é se cercar de pessoas especializadas em exportações e negociações internacionais.

Afinal, é importante ter noção dos riscos reais quando investimos em mercados totalmente novos sem nos cercarmos de toda a segurança possível para ter sucesso ao invés de frustrações, dívidas e machas na imagem da sua marca.

Formar parcerias com pessoas que conhecem as características de cada mercado, têm contatos importantes no exterior e realizam esse tipo de trabalho há anos, é o melhor investimento que você pode fazer para ter êxito e, muito mais do que isso, para transformar a sua experiência exportadora num negócio altamente lucrativo.
Você já pensou em exportar? Compartilhe suas ideias conosco nos comentários abaixo.

4 motivos para sua empresa importar do Mercosul (o #3 é o nosso favorito)

Antes de qualquer coisa, é preciso ter certeza de que você conhece as principais informações sobre o Mercosul. Mercosul é a sigla de Mercado Comum do Sul, que vem a ser uma União Aduaneira, formada em 1991, entre Brasil, Uruguai, Argentina, Paraguai e Venezuela.

Mais adiante Colômbia, Chile, Bolívia, Equador e Peru ingressaram nesse grupo, que tem como objetivo principal estabelecer uma tarifa externa que seja comum a todos eles, além da livre circulação de mercadorias, serviços e bens entre os associados.

Diminuir as barreiras alfandegárias e adotar uma política comercial comum em relação a outras nações são importantes motivos de existir dessa união. Isso quer dizer que devem ser estipuladas taxas comuns para produtos e serviços vindos de outros países que não sejam daqueles que compõem o Mercosul.

É fácil perceber que existem muitas vantagens para os países que compõem esse grupo, concorda? E se você pretende ingressar no seleto grupo de importadores? Será que é vantajoso o fato do Brasil estar no Mercosul? Ou isso pode se tornar um grande entrave para os seus objetivos?

 

O Brasil importador

É importante para o Brasil manter relações comerciais com outros países e importar produtos e serviços que sejam mais baratos e de melhor qualidade do que aqueles produzidos internamente. Afinal, é impossível sobreviver sendo autossuficiente.

Por isso, importar tornou-se uma importante ação para o Brasil. Mas, de quem importar? Quais são os melhores mercados para isso?

O fato de estar no Mercosul dá ao Brasil, além de proteção e poder de competição no exterior, algumas vantagens quando as ações comerciais são realizadas entre as nações que compõe o grupo. Você sabe quais são essas vantagens? Vejamos!

 

Vantagens

1. Tempo para receber as importações

É muito mais simples, mais rápido e também mais seguro quando comercializamos com países que fazem fronteira com o nosso país, não é verdade?

A logística é muito mais eficaz e o tempo de entrega é bastante acelerado e você não precisará esperar tanto quanto quando comercializamos com nações distantes. O frete geralmente é rodoviário, o que também permite valores mais baixos de logística.

2. Volumes reduzidos e menos riscos

O ideal é começar importando em quantidades seguras, sem exageros; afinal você não quer – e não pode – jogar dinheiro fora.

Por isso, é necessário olhar com bons olhos a possibilidade de pagarmos baixos impostos – ou nem pagarmos – e com volumes reduzidos. Isso diminuirá a margem de erro e o risco de dívidas comerciais, perigosas para o futuro de qualquer empreendimento.

3. Impostos

A entrada do Brasil no Mercosul tem impacto relevante em relação aos impostos pagos para importação.

Enquanto comercializa com nações europeias ou asiáticas, por exemplo, existe a obrigatoriedade de pagamento de impostos de importação que, muitas vezes, inviabilizam o negócio em função dos altos valores.

Mas este problema deixa de existir quando as relações são feitas entre os componentes do Mercosul, pois os impostos de importação entre eles foram reduzidos a zero ou a uma taxa muito próxima à isenção total.

4. Livrando-se do dólar

Uma das grandes vantagens de importar do Mercosul é que as negociações são realizadas em moeda local e não na moeda dos EUA, gerando reservas cambiais importantes para o desenvolvimento do Brasil. Além disto, a variação das moedas do Mercosul costuma ser menor, o que permite uma negociação sem a preocupação de grandes alterações do câmbio.

 

Você já importa produtos do Mercosul? Como foi sua experiência e quais são os seus planos?

Minha empresa é muito pequena para importar?

Importar é o melhor caminho por diversos motivos: pela diversificação da produção, bons negócios, ampliação dos mercados, entre outros. Mas existem alguns empresários que abrem mão desta vantagem por acharem que não tem subsídios necessários para tal ação. Eles estão certos? Não, não estão.

Separamos quatro argumentos para explicar pra você que isso não passa de um mito e que você não é tão pequeno a ponto de não ter capacidade de importar.

Aliás, você vai perceber que não existe um patamar mínimo para que você seja considerado capacitado – ou não – para isso. Prepare-se! Seus dias longe das importações estão contados.

 

1. Não precisa ser grande

Quem disse que somente as empresas grandes e bastante estruturadas é que podem importar? Esse equívoco tem excluído diversos empreendedores de realizarem bons e grandes negócios, pelo simples fato de julgarem que o processo importador requer grandes somas monetárias e um departamento de comércio exterior amplamente desenvolvido.

A grande vantagem dos dias atuais é o desenvolvimento de empresas especializadas nesse trâmite e que podem buscar os melhores atalhos para você e a sua empresa.

O custo costuma ser proporcional àquilo que você pretende importar. Procure uma consultoria que dará todos os primeiros passos por você, te proporcionando as melhores opções que a importação pode fornecer.

 

2. Haja dinheiro

Os pequenos e médios empresários esbarram na grande questão: não ter tanto capital a ponto de importar. Impostos e valor dos produtos são vistos como grandes entraves para quem ainda não se considera grande no mercado.

Mas existem excelentes alternativas, como as linhas de financiamento, que possibilitam uma linha de crédito no exterior para que você adquira os seus produtos de forma segura e com taxas de juros fixas.

Por isso, qual o problema em você possuir uma empresa pequena e com investimentos mais comedidos?

 

3. Não possuo capital para viajar constantemente para o país que exportará para mim

Outra justificativa sua para não importar é que não possui tempo de viajar a todo o momento para o país exportador para acompanhar a produção dos produtos que você deseja e também para conhecer de perto a qualidade do serviço.

Além disso, você coloca na sua planilha os gastos com hospedagem, dificuldade com idioma e custo de passagens.

Mas nada disso é necessário se você contratar uma empresa especializada neste serviço. Ela fará tudo por você. Existem assessorias e consultorias especializadas em comércio internacional. Ela será os seus olhos em contato direto com o país exportador, dando a segurança que você precisa para realizar os melhores negócios e nos melhores mercados, pois ela também indicará as principais opções, aquelas que se encaixam perfeitamente no seu orçamento.

 

4. Sou pequeno, não possuo espaço e nem dinheiro para negócios que envolvam grandes somas monetárias

E lá vai novamente você colocando milhões de barreiras para não importar. O fato de seu empreendimento ser pequeno não te exclui desse tipo de negócio.

Apesar de alguns exportadores focarem em fazer negócios de alto valor e em grandes quantidades, não quer dizer que todos sejam assim. Existem diversos mercados que são favoráveis a vendas com uma quantidade reduzida e essa opção se encaixa perfeitamente com você.

E não para por aí: você pode importar negociando com distribuidores internacionais. Nesse contexto, mais uma vez, mencionamos as empresas especializadas neste tipo de negócio que farão a melhor leitura do mercado para que você encontre o fabricante que mais se aproxime dos seus objetivos.

 

E agora?

Agora não tem mais desculpa e não dá mais pra usar o tamanho do seu investimento para não importar. Por isso, procure imediatamente uma empresa que vai te levar para os melhores mercados e abrir um novo mundo de negociações para você.

 

Mãos à obra! Compartilhe sua experiência e dúvidas nos comentários abaixo!

5 mitos sobre importação (o #2 é o mais comum)

Você é uma daquelas pessoas que têm – dentre vários objetivos – a intenção de se tornar um importador, mas sempre esbarra no receio de que dará um tiro no escuro ou que jogará dinheiro fora ou, ainda, que não tem a experiência necessária para tal iniciativa?

Existem muitas verdades e também alguns riscos de mergulhar nessa iniciativa. Todavia, o que a maioria das pessoas não sabe é que quase tudo é mito e podemos mitigar os riscos do comércio exterior.

Por isso, para que você entenda um pouco mais desse novo mundo que se abre à sua frente, resolvemos desmistificar cinco mitos sobre a importação. Tome nota, tire suas dúvidas, aprofunde-se e comece já a colocar em prática o seu lado importador.

 

Mito 1 – Importação é somente para empresas grandes

Essa é uma das grandes preocupações de quem tem a vontade de importar, mas ainda não possui uma estrutura que considere satisfatória para tal. Algumas pessoas acreditam que somente as grandes corporações são capazes de importar porque precisam de um departamento de comércio exterior instalado e desenvolvido. Isso é mito e não pode atrapalhar os seus projetos. Pequenas e médias empresas têm total possibilidade de ingressar nesse empreendimento. Existem empresas especializadas em importação e que podem fazer este serviço para você.

O custo? Não é nada fora do comum! Todos os gastos são proporcionais ao montante importado. Por isso, é hora de sair do lugar e buscar este serviço com quem entende de importação.

 

 

Mito 2 – Para importar é necessário investir muito dinheiro antecipadamente

Você se animou com a possibilidade de começar a importar, mas quando pensou no dinheiro que teria que investir, começou a postergar esse projeto. Porém, vou lhe mostrar uma oportunidade de financiamento.

Existem muitas possibilidades para que você ingresse de vez nessa atmosfera. Uma delas são as linhas de financiamento, como o FINIMP. Essa é uma excelente opção para você.

O FINIMP (Financiamento à importação) é uma modalidade de financiamento que é disponibilizada ao importador a partir de um repasse de linha de crédito, concedido por um banco do exterior, que realiza o pagamento à vista ao exportador e permite que o importador pague a prazo.

Vantagens não faltam para quem adere a essa modalidade:

– Você pagará as mesmas taxas de juros que são utilizadas no mercado internacional e o desembolso é feito à vista para o exportador estrangeiro. Ou seja, como no exterior os juros são extremamente baixos (cerca de 1% ao ano), você irá se beneficiar disto para poder investir em estoque e obter maiores margens de lucro.

– Não há alterações na taxa de juros. Elas são fixas durante todo o financiamento, e isso te auxilia a ter uma boa previsão do seu fluxo de caixa.

– Costumam ter duração de longo prazo, como 360 dias, e pode ser renovado por igual período.

 

Mito 3 – Importar é complicado

De uma coisa você precisa saber: importar não é algo tão simples. Mas não é simples pra quem não se prepara para isso. O seu caminho se torna possível e vantajoso quando você prepara a sua empresa e os seus colaboradores com treinamentos específicos e pesquisas. É preciso dominar o assunto e ter consciência de tudo o que precisa ser realizado em cada etapa do processo.

E este processo fica ainda mais fácil quando você contrata alguém que é especializado neste segmento. Existem diversas consultorias e assessorias que atuam no mercado há anos. Investir na contratação destes profissionais é um investimento que vale a pena e aumenta sensivelmente a sua faixa de lucro com importações, pois você estará lidando com quem realmente está preparado para isso. Eles cuidam de pontos essenciais, como documentação inicial, negociações, logística do processo de importação e recebimento do produto importado.

 

Mito 4 – É necessário visitar as fábricas presencialmente para garantir a qualidade

Muitos desistem de importar porque acham que terão que viajar regularmente ao país exportador para acompanhar de perto o processo produtivo. Imagine o custo com viagens, desconhecimento do idioma, hospedagem e toda a infraestrutura e gastos que envolvem uma viagem. Realmente, se isso fosse necessário, seria um entrave enorme.

Mas nada disso é necessário e você pode sim ser um grande importador. Sabe como?

Você tem o direito de solicitar amostras periódicas aos fornecedores, realizar testes de qualidade nos produtos que você pretende comprar, acompanhar a produção, o embarque e todas as demais fases do processo – e o melhor, tudo isto através de agentes no país de origem das mercadorias.

 

Mito 5 – Os exportadores somente vendem grandes volumes

Isso acontece, mas não é sempre assim. Há alternativas e você não precisa desistir de fazer importações se o seu interesse é negociar com pouca quantidade.

Existem várias empresas no exterior que não estipulam uma quantidade mínima de produtos para que seja possível a importação. Além disto, você também pode obter preços favoráveis e melhores condições importando através de distribuidores internacionais.

Por fim, é importante ter em mente que contratar uma empresa especializada nesse processo de importação é a melhor saída para qualquer investidor, seja ele grande, médio ou pequeno.

Você pode dar passos seguros e acertados e ter uma margem de lucro ainda maior e possibilidades de riscos e prejuízos próximas a zero quando se associa a quem trabalha exatamente para facilitar o seu caminho.

 

Você também possuía uma destas preocupações? Compartilhe conosco nos comentários!

Todos os caminhos levam à China

Mercado chinês vence desconfianças e desponta como uma grande oportunidade para as importadoras brasileiras.

 

Durante muito tempo existiu um grande mito de que importar da China é um negócio totalmente arriscado, onde você compraria a preços bem abaixo do mercado, mas não tinha a menor garantia de que receberia o seu produto e também não tinha como avaliar a qualidade do produto que estava adquirindo.

Mas o tempo mostrou que tudo isso ficou pra trás. Hoje, é possível fazer negócios com o mercado asiático com segurança e garantia.

A China, desde 2009, é o maior exportador do mundo. De acordo com a Organização Mundial do Comércio (OMC), os chineses desbancaram grandes potências mundiais, como Alemanha e Estados Unidos.

E para que você tenha bons motivos para acreditar nesse novo mercado – nem tão novo –, separamos dez vantagens que colocam os asiáticos como potencial parceiro para o seu negócio. Tome nota.

 

1 – A China é dona de uma das melhores infraestruturas do mundo, o que possibilita uma produção de qualidade, de baixo custo e com tempo de entrega reduzido.

 

2 – A porcentagem de importações feitas pelo Brasil vindas da China tem crescido em níveis consideráveis nos últimos anos, o que mostra que a experiência tem sido altamente positiva, levando-se em consideração que se fosse algo prejudicial, não permaneceria e, muito menos, aumentaria com o passar dos anos.

 

3 – As relações comerciais entre Brasil e China tem se expandido a taxas bastante superiores às registradas pelas importações quanto pelas exportações globais brasileiros, o que confirma a sólida relação entre os dois países.

 

4 – As relações entre Brasil e China tiveram seu início em 1974, quando foram estabelecidas relações diplomáticas entre os países. Deste ano até os dias atuais, as importações de produtos chineses venceram o medo e o preconceito e se estabeleceram no mercado brasileiro.

 

5 – Nas importações brasileiras vindas da China, destacam-se os circuitos impressos para telefonia, informática e acessórios, geradores, motores e transformadores, dispositivos de cristal líquido, circuitos integrados, artigos esportivos, brinquedos, aparelhos receptores e transmissores, produtos laminados, eletromecânicos de uso doméstico, tecidos de malha, fertilizantes e adubos.

 

6 – Em números percentuais, os produtos manufaturados importados da China representam cerca de 90% das compras.

 

7 – Aquela velha história de que a China só exporta produtos baratos e de qualidade totalmente inferior não equivale à verdade. Atualmente os chineses se tornaram um dos grandes exportadores de produtos de alto valor agregado, como máquinas e equipamentos.

 

8 – A postura dos chineses em relação ao mercado brasileiro tem mostrado que a intenção é formar laços duradouros. As relações bilaterais entre Brasil e China não tendem a ser momentâneas; pelo contrário, a aproximação entre os países é sólida. A China tem mostrado ética e confiabilidade nas suas relações comerciais.

 

9 – Uma importante consequência resultante das relações entre Brasil e China será a expansão das riquezas produtivas, alto crescimento econômico e aumento efetivo da infraestrutura nacional.

 

10 – Em maio deste ano (2015), a presidente Dilma Rousseff firmou com a China uma série de acordos de cooperação entre os países, com cifras em torno de US$ 53 bilhões. O objetivo é promover investimentos em infraestrutura, energia, mineração, indústria manufatureira, logística e agricultura. Isso comprova ainda mais a seriedade e solidez das relações comerciais entre os dois países.

 

Fantástico, não é mesmo? Todavia, como bom negociador, você não vai sair de peito aberto importando tudo o que vem da China. É importante contratar uma empresa de comércio exterior que tenha grande experiência neste tipo de transação comercial.

Além disso, não abra mão de fazer regularmente testes de qualidade e também auditorias realizadas por empresas brasileiras na China. Sem falar que visitar o mercado chinês para ver de perto o que e com quem você está comercializando é uma ação que precisa ser considerada por você.

10 fatos sobre a China

A China é um país gigantesco em todos os sentidos. Por trás dos olhinhos puxados e do povo com semblante discreto, possui cerca de US$ 4 bilhões em reservas internacionais aplicados em diversos fundos soberanos. Essa impressionante evolução é fruto de muito trabalho, disciplina, de uma população que não para de crescer e, principalmente, de uma classe média emergente e cada vez mais consumidora de recursos.

Apesar de todo o destaque que tem recebido nos últimos anos, a China é um país que muitas pessoas ainda não conhecem bem. Pontos turísticos, histórias, curiosidades, investimentos; muita coisa do território chinês não faz parte do dia a dia de muitas pessoas.

Por isso, separamos dez fatos relevantes para que você se aproxime e fique cada vez mais familiarizado com esse país que pode te oferecer muitas oportunidades de importação e exportação.

 

1. Para onde vai o dinheiro?

A maior parte dos investimentos da China vai para os Estados Unidos. Até 2014, a Austrália liderava esse ranking. Mas não pense que as ações do povo chinês se resumem a isso. O Reino Unido é o principal destino europeu dos investimentos chineses e a África também tem papel de destaque nos negócios vindos da China, com 34 países envolvidos.

 

2. A energia é o foco

A demanda de energia na China é enorme; afinal, estamos falando de 1,4 bilhão de habitantes e de uma economia em rápida expansão. Por isso, estima-se que a China necessitará de até três vezes mais recursos energéticos para dar conta desse país continental até 2050.

 

3. Um país equilibrado

O governo chinês estimula intensamente o desenvolvimento da economia e dos negócios do país. Mas é muito rigoroso e controla a abertura do mercado para que haja equilíbrio. As taxas de câmbio são fixas e controladas. E as exportações crescem constantemente, com produtos cada vez mais desenvolvidos e de excelente qualidade.

 

4. Um ponto excelente para os negócios

Comparado ao Brasil, a infraestrutura, comunicação e tecnologia chinesas estão bem à frente. Por isso, é preciso olhar para a China como um importante parceiro e ponto focal das importações brasileiras. Há muito que aprender com eles e diversos negócios entre os dois países ainda estão por vir.

 

5. O Carnaval chinês

O Ano Novo na China é chamado de Ano Novo Lunar. Não há uma data fixa para acontecer, pois depende das fases do Sol e da Lua. Por isso, é importante para você que faz negócios com a China (ou pretende fazer) ficar atento porque esse período dura quinze dias e o ritmo de trabalho por lá é reduzidíssimo.

 

6. As relações sociais

Dominar a língua chinesa é um facilitador para quem deseja firmar negócios. Mesmo que sejam algumas expressões, demonstrar interesse pelo idioma faz as negociações se tornarem mais leves. E não estranhe se for convidado para um almoço ou jantar. Os chineses acreditam que o convite para uma refeição ajuda em todas as relações (inclusive nas comerciais) e fortalece as amizades.

 

7. Regras de etiqueta nos negócios

Na China, a infração a alguma regra de etiqueta empresarial pode levar até ao rompimento do negócio, mesmo que este seja muito lucrativo. Por isso, é importante seguir todos os passos. Por exemplo, é imprescindível seguir à risca a seguinte sequência:

  1. Venda-se como amigo;
  2. Venda a sua empresa como referência;
  3. Venda seu serviço ou produto.

 

8. Haja paciência

As negociações com os chineses costumam demorar, pois são discutidas nos mínimos detalhes. Por isso, é fundamental ter paciência e, se estiver negociando diretamente, estar preparado para ficar mais tempo do que o planejado inicialmente. Para eles, paciência é sinônimo de bom caráter e valor nos negócios.

Sendo assim, a importância de contratar empresas que façam esse trabalho pra você é uma das melhores soluções.

 

9. Os produtos mais baratos do mundo

O governo chinês controla as regras de trabalho e os salários. Estas medidas fazem com que as empresas chinesas tenham um custo menor com mão de obra, gerando um dos salários mais baixos do planeta. Esse é um dos motivos da China ser um dos maiores exportadores do mundo.

 

10. Arrote

Na China, arrotar à mesa, após a refeição é uma forma de expressar que a comida estava maravilhosa. Por isso, não se assuste e nem faça cara feia se, em um jantar de negócios, você passar por essa situação, pois sua reação pode ser vista com maus olhos por eles. Já imaginou perder uma importação ou exportação muito lucrativas por causa de um “arrotozinho” à toa?

 

Você já conhece a China? Compartilhe uma curiosidade conosco através dos comentários abaixo.

Custos na importação

Ao optar pela importação de um produto, é essencial que o importador faça uma análise completa de todos os custos envolvidos na nacionalização da mercadoria, a fim de definir estrategicamente se a operação é compensatória para determinada mercadoria, bem como buscar soluções e opções para otimização dos resultados financeiros.

A importação em si envolve muitas variáveis, tais como a parametrização fiscal da Declaração de Importação (que irá influenciar no tempo de permanência da mercadoria no recinto alfandegado), taxa de câmbio, se haverá ou não necessidade de vistoria MAPA/expurgo (para importações marítimas), pagamento ao órgão anuente (quando for o caso), utilização ou não de benefício fiscal de ICMS, entre outros. Para uma análise mais detalhada e crítica da operação, o importador pode contar com a ajuda de uma empresa especializada.

No entanto, há alguns custos que são comuns a todos os processos, os quais estão relacionados abaixo:

  1. Pagamento da mercadoria ao exportadorA forma de pagamento deve ser negociada entre o importador e exportador;
  2. Pagamento do frete internacionalao agente de carga: normalmente será pago após a chegada da carga no Brasil, com a taxa de câmbio vigente – para operações COLLECT. Em caso de operações PREPAID, o valor é pago diretamente ao exportador, juntamente com a mercadoria;
  3. Pagamento dos impostos federais para a Receita Federal (o fato gerador dos impostos federais ocorre no momento do registro da DI, bem como sob a taxa de câmbio vigente nesta data. Estão inclusos: Imposto de Importação, Imposto sobre produtos industrializados (IPI), Pis/Pasep, Cofins, Antidumping (quando for o caso). As alíquotas destes impostos são dadas de acordo com classificação fiscal do produto. Em toda DI também há a incidência da Taxa Siscomex;
    • Imposto de importação: O Imposto de Importação é recolhido com base no valor aduaneiro da importação, ou seja, o valor CIF (custo da mercadoria, seguro e frete).
    • Imposto sobre produtos industrializados (IPI): Calculado com base no valor aduaneiro adicionado do imposto de importação (II).
    • PIS/Pasep: Calculado com base no valor aduaneiro.
    • COFINS: Calculado com base no valor aduaneiro.
  4. Pagamento de armazenagemao recinto alfandegado: é pago pelo período de permanência da carga, e inclui também os serviços agregados que se fizerem necessários. A escolha do recinto alfandegado é feita pelo importador;
  5. Pagamento do AFRMM: para importações marítimas, é obrigatório o pagamento do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante. Pode ser pago a partir da data da atracação do navio no porto de destino e antes da retirada da mercadoria;
  6. Pagamento dos serviços da comissária de despacho: Normalmente o importador faz a contratação de uma comissária de despachos para realização do desembaraço aduaneiro e operações intrínsecas. O valor depende da operação e negociação;
  7. Pagamento do ICMS: trata-se de um imposto estadual (Imposto sobre a circulação de mercadorias e prestação de serviços) e é devido ao estado do importador do bem. Pode ser pago a partir da data do registro da DI e tem como fato gerador o desembaraço aduaneiro. Em caso de operações via trading, o valor pode ser reduzido, através da utilização de um benefício fiscal;
  8. Pagamento do Frete Rodoviárioà transportadora: normalmente o importador opta por terceirizar o serviço de retirada da mercadoria do recinto alfandegado e entrega na empresa e/ou local desejado.

Calculadora de custos de importação

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