Onde buscar oportunidades de importação?

O mundo da importação/exportação é fascinante, cheio de oportunidades e possibilidades de investimentos lucrativos. O risco existe, mas ele se torna totalmente controlável quando você conhece bem alguns pontos importantes do processo. E um deles são os melhores países para importar produtos.

E para que seu caminho seja apenas de sucesso em todos os degraus, preparamos uma lista com os países que te oferecem as oportunidades mais vantajosas.

 

China

         

A China é destaque total no mundo das exportações. Ao longo dos anos o país tem superado grandes potências mundiais e assumindo o topo do ranking no segmento.

Em 2014, as exportações dos chineses cresceram 6,1% em relação ao ano anterior. O comércio alcançou a impressionante marca de US$ 2,35 trilhões.

Com relação aos produtos mais exportados pela China, destacam-se:

  • Aparelhos transmissores e receptores.
  • Celulares
  • Bombas e compressores.
  • Motores e geradores.
  • Compostos orgânicos e inorgânicos.
  • Circuitos impressos.
  • Circuitos integrados.
  • Dispositivos móveis.

 

Índia

 

A Índia é uma nação emergente. O crescimento econômico do país nos últimos anos tem sido excelente, o que a coloca como a nona maior economia do mundo.

O crescimento anual da Índia tem sido de 7%, resultado dos esforços de uma economia diversificada, com destaque para as áreas tecnológica, de serviços, agrícola, financeira e industrial.

É destaque nas exportações indianas:

  • Produtos manufaturados.
  • Indústria de tecnologia.
  • Produção de softwares.

 

Estados Unidos

 

Os Estados Unidos são detentores da maior economia do mundo, em volume de PIB. Trabalhando totalmente dentro dos parâmetros capitalistas, se destacam em diversos setores.

Possui um mercado consumidor interno forte e com bastante poder aquisitivo. Os principais setores econômicos dos EUA são as finanças, a indústria, tecnologia, mineração, agricultura e turismo.

Nas exportações, os Estados Unidos se destacam:

  • Produtos agrícolas
  • Suprimentos industriais
  • Computadores
  • Motores de veículos
  • Transistores
  • Equipamentos de telecomunicações


Alemanha

 

A economia da Alemanha é a mais rica da Europa. Destaque para a indústria alemã, altamente desenvolvida, com tecnologia de última geração. Também merecem destaque os setores de finanças e de serviços.

O país fechou o ano de 2014 como a quarta maior economia do mundo, com um PIB de US$ 3,621 trilhões, representando um crescimento de 1,5% (PIB).

Os destaques nas exportações alemães são:

  • Produtos químicos
  • Veículos
  • Manufaturas
  • Máquinas
  • Metais
  • Produtos têxteis e alimentícios.

 

Japão

 

A Segunda Guerra Mundial foi um divisor de águas para a economia japonesa. Com a ajuda estrangeira, em especial dos EUA, o Japão investiu pesado no desenvolvimento tecnológico e industrial. E já na década de 70 já era uma das grandes potências do mundo.

Hoje o Japão já é a terceira maior economia do mundo em volume de PIB. Além disso, uma das grandes vantagens do país é a sua infraestrutura (geração de energia, rodovia e portos), que colabora muito com o desenvolvimento do país.

Entre os destaques das exportações japonesas, estão:

  • Equipamentos eletrônicos
  • Veículos
  • Artigos de informática

 

 

Mercosul


O Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) trata-se da união comercial e política entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, que assinaram o Tratado de Assunção em março de 1991.

Após esse período, outros países se uniram ao Mercosul: Chile (1996), Bolívia (1997), Peru (2003), Colômbia, Equador e Venezuela (2204).

O comércio dentro do Mercosul passou de US$ 4,5 bilhões (1991) para US$ 59,4 bilhões (2013).

Como destaque nas exportações do Mercosul, temos:

  • Produtos industrializados
  • Produtos agrícolas (açúcar, soja, carne bovina, vinho e arroz)
  • Energia (destaque para a Venezuela, que detém quase 93% das reservas de petróleo do Mercosul)

 

Exportação – 8 dicas para vender no exterior

Este é o relato que mais escuto dos empresários em relação à exportação…

Sua empresa está há anos no mercado, já ganhou a confiança de clientes brasileiros e possui o reconhecimento de mercado, mas nunca conseguiu vender nenhum produto para clientes no exterior. Não conseguiu encontrar oportunidades em outros países ou entender o processo de maneira simplificada.

Isto também acontece com sua empresa?

Algumas empresas até tentaram contatar prováveis clientes no exterior, mas a barreira do idioma e as dúvidas sobre as procedimentos corretas, o preço adequado e a legislação, impedem que o negócio seja concluído com segurança.

Sem problemas, é comum enfrentar estas dificuldades no início. Porém, com a preparação correta sua empresa poderá conseguir bons negócios a partir de agora.

Preparei algumas dicas que irão auxiliar sua empresa na fase de planejamento da exportação, como na busca de clientes no exterior, na formação de preço de vendas, na mitigação de riscos, e muito mais.

A dica #7 é a mais importante na minha opinião, e na maioria das vezes é ignorada pelos traders e artigos da internet. Ela é a que diferencia uma empresa que terá sucesso na exportação de seus produtos, das empresas que vão investir muitos esforços no projeto e não perceberão o retorno.

Vamos lá? Tome note e em caso de dúvidas não deixe de comentar abaixo ou nos contatar!

 

DICA #1: DEFINIR A SUA ESTRATÉGIA

 

Planejamento e estratégia são as palavras-chave para qualquer empresa que deseja exportar.

Alguns empresários relatam que o foco da exportação é o “mundo inteiro”, ou seja, na verdade não possuem um foco. Pesquisar os mercados consumidores de seu produto e definir países ou regiões do globo onde há deficiências na oferta do mesmo é essencial para o sucesso de uma operação de vendas internacional. Fazer uma lista de países e realizar uma pesquisa de mercado neles é uma dica valiosa. Procure na internet informações sobre os concorrentes no país de destino da mercadoria, assim como os preços praticados e as deficiências que os clientes enfrentam no dia-a-dia.

Use blogs, fóruns na internet, redes sociais, e eventualmente ligue para clientes e distribuidores para conversar sobre o assunto. Os comentários dos profissionais destes países são as fontes de informações mais confiáveis sobre a dinâmica do mercado e fornecerão subsídios para as decisões que você irá tomar.

As informações que você coletar podem lhe auxiliar em definir o seu modelo de atuação, como a linha de produtos que será ofertada, o canal de distribuição (departamento próprio, representantes internacionais ou distribuidores) e como será feita a entrada neste mercado.

Outra pergunta importante que devemos fazer a nós mesmos é em relação a capacidade produtiva de sua fábrica. Você consegue atender o mercado doméstico e ao exterior sem ter problemas de atrasos na entrega? Os clientes internacionais são muito sensíveis ao prazo de entrega e podem perder a confiança em você caso algum pedido não seja embarcado conforme combinado na negociação.

É importante que todas as condições sejam cumpridas e que você não tenha custos extras para finalizar o pedido, como a contratação de hora-extra (que deve ocorrer somente em casos de urgência) – planejamento deve vir em primeiro lugar.

Proforma Invoice na Exportação - Fatura Comercial - NEST Consultoria

 

DICA #2: VENDEDORES NO EXTERIOR: DEPARTAMENTO PRÓPRIO, REPRESENTANTE COMERCIAL OU DISTRIBUIDORES

 

As modalidades mais comuns de canais de distribuição são:

Representante comercial no exterior

 

Alternativa com menor custo de implementação e manutenção, os representantes comerciais podem estar baseados no Brasil ou no exterior e são responsáveis pelo relacionamento entre empresas brasileiras e estrangeiras.

Estes profissionais são responsáveis por: prospectar novos clientes em diferentes países, apresentar a linha de produtos, receber cotações e pedidos que serão analisadas pelas empresas. Além disto, espera-se que o representante tenha conhecimento de sua região de atuação, tendo contato prévio com distribuidores, varejistas e indústrias do setor em questão. A comissão costuma variar de 1 a 10% .

 

Departamento de vendas próprio para exportação

 

Opção geralmente de empresas maiores ou com grandes volumes de exportação, o departamento interno de vendas para exportação irá trabalhar com as mesmas atribuições do representante comercial e poderá fazer este trabalho por telefone, visitas presenciais, ou estandes em feiras do setor.

Os departamentos demandam um investimento maior por parte das empresas pois os profissionais necessitam ser capacitados em línguas estrangeiras e todos os custos serão alocados em uma única empresa, diferentemente do representante comercial que fará uma viagem para representar diversas empresas brasileiras e dividirá as despesas.

Por outro lado, empresas que possuem departamentos internos de vendas para exportação possuem maior controle sobre a negociação e o relacionamento com o cliente e podem controlar o nível de serviço prestado.

Modelo proforma invoice - NEST

Distribuidores no exterior

Distribuidores no exterior são uma ótima opção para empresas que preferem focar suas operações em poucos pontos focais no exterior, Ou seja, prospecta-se um distribuidor em determinada região que irá estocar seus produtos no exterior e comercializar para os varejistas locais.

Esta opção é ótima para empresas que estão iniciando suas operações no exterior e querem testar a demanda em determinado país. Porém, há pouca diversificação e as margens são menores.

 

DICA #3: QUALIDADE DOS PRODUTOS

 

O mercado internacional é extremamente competitivo e você deve entregar produtos de excelente qualidade.

Tenha em mente que clientes no exterior possuem acesso a fornecedores no mundo inteiro, e consequentemente têm diversas opções de preço, qualidade e prazo de entrega. Otimize sua empresa e invista constantemente na melhora dos processos produtivos, equipamentos, treinamento e matéria-prima para que o importador perceba o seu diferencial.

DICA #4: ADAPTAÇÃO DE EMBALAGENS E MATERIAL DE VENDAS

 

Em muitos os casos é necessário adaptar a embalagem de seus produtos para o mercado externo, especialmente através da tradução para outros idiomas das instruções de uso e detalhes técnicos.

Porém, além disto, é necessário conhecer o consumidor do mercado de destino e desenvolver o design de acordo com suas preferências e gostos locais. Todos os materiais de vendas a serem distribuídos para os clientes no exterior devem estar em língua estrangeira e sem preços, assim você poderá negociar os valores de acordo com as quantidades solicitadas.

 

DICA #5: LOGÍSTICA INTERNACIONAL, FRETE E SEGURO

 

A logística internacional é customizada e dependerá de cada tipo de produto. A exportação poderá ser feita através de transporte aérea, marítimo ou rodoviário. É necessário avaliar vários fatores para tomar esta decisão, como:

  • Tamanho do produto
  • Peso do produto
  • Perecibilidade (O produto é percecível)?

Frete e seguro geralmente são responsabilidade do importador, portanto sua lista de preços será na modalidade FOB ou FCA (leia mais detalhes aqui). É comum que sua empresa, o exportador, deva entregar as mercadorias em algum porto ou transportadora no Brasil, e após isto o agente de carga do cliente se encarregará dos trâmites.

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DICA #6: SATISFAÇÃO = PERSPECTIVA – EXPECTATIVA

 

A qualidade do produto deve ser adaptada para o mercado e para o preço praticado. As vezes os clientes aceitam qualidades inferiores caso o preço acompanhe isto.

Portanto, é importante alinhar com os importadores quais são as expectativas em relação ao produto, quem será o consumidor final, e como será feita a distribuição no país de destino. Estas informações são importantes para adaptarmos as especificações técnicas e alinharmos o que o importadora espera.

 

DICA #7: FORMAÇÃO DE PREÇOS PARA EXPORTAÇÃO – UMA LISTA DE PREÇOS E ESTRATÉGIA PARA CADA PAÍS

 

Esta é a dica mais importante da exportação! Ressalto este tema com todas as empresas que me procuram para iniciar suas operações de comércio exterior.

Cada país deve ter uma estratégia diferente, além de uma lista de preços customizada para. E qual seria o motivo? Esta é fácil responder… Todo país possui um cenário único, com clientes e concorrentes diferentes.

Isto implicará em outras questões, como preço, prazos de entrega, qualidade esperada e oferta dos produtos. Portanto, é possível ganhar margens maiores em locais onde há pouca oferta e concorrência, porém, iremos compensar com lucratividade menor em mercados concorridos.

Sugiro que cada empresa faça uma pesquisa de preços em cada país e possua uma lista de preços flexível. Além disto, na exportação é comum que os volumes sejam maiores, o que demandará maiores descontos por parte do exportador. Esteja preparado para negociar de acordo com a quantidade, e adaptar-se para o mercado consumidor.

Pequena e média empresa importação - NEST Consultoria

 

DICA #8: PREPARAÇÃO NUNCA É DEMAIS

 

Busque treinamentos, leia artigos e informe-se sobre o comércio exterior e o seu mercado de atuação. O mundo está sempre evoluindo e os negócios também…

Procure materiais na internet, livros e conversar com profissionais que irão lhe auxiliar nas suas dúvidas, mas o importante é não deixar de aproveitar das oportunidades de comércio exterior e mudar totalmente seu patamar de faturamento.

 

RESUMO (COMO VENDER PARA O EXTERIOR)

 

Hoje é o melhor momento para sua empresa ir para o próximo patamar e encontrar um novo mundo de oportunidades.

A exportação é a oportunidade de diversificar o seu mercado consumidor e deixar sua empresa menos dependente das oscilações da economia doméstica, além de evitar os problemas de inadimplência e crédito que muitos empresas sofrem atualmente.

Exportar é uma questão de planejamento, estratégia e que certamente lhe renderá bons frutos. Deixe seus comentários e assine nosso blog para receber mais notícias sobre o tema!

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O PASSO-A-PASSO DA IMPORTAÇÃO

 

Descubra o que as grandes empresas estão fazendo

Reunimos as melhores dicas dos especialistas em comércio exterior sobre como negociar de modo lucrativo para sua empresa. Separamos dicas de profissionais da área que poderão lhe auxiliar em: localizar um fornecedor, verificar a sua idoneidade e iniciar o processo de negociação para que sua importação seja de sucesso!

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A globalização mudou a dinâmica dos mercados e negócios e está acessível a todos. Existem diversos motivos para você aprofundar seus conhecimentos no comércio exterior e se beneficiar de suas vantagens: necessidade de produtos com tecnologia mais avançada, melhor qualidade e menor custo; produtos inovadores e inéditos no Brasil, acesso a novos mercados, busca por novas oportunidades de negócios, entre outros!

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A NEST é uma consultoria especializada em desenvolvimento do comércio exterior para as PME’s (pequenas e médias empresas). Nossa equipe de consultores especializados possuem anos de experiência na gestão de importação e exportação, e no desenvolvimento de negócios internacionais.

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O PASSO-A-PASSO DA IMPORTAÇÃO

Como encontrar oportunidades de importação?

O mundo dos negócios está cada dia mais profissionalizado e moderno e, quem não investe corretamente ou não procura as melhores práticas, acaba sucumbindo frente a um mercado cada dia mais competitivo e voraz.
Por isso, é simplesmente fundamental que você saiba identificar as melhores oportunidades de importação, os melhores mercados, os melhores preços e condições. Você precisa de atitudes arrojadas, pois não há muitas chances para equívocos e tentativas amadoras.

Encontrando as melhores oportunidades de importação

É hora de localizar as melhores oportunidades de importação. Tome nota de cada dica para que o seu negócio cresça e suba os degraus que vão te levar a encontrar a lucratividade e o sucesso profissional.

Identifique os produtos de qualidade

Antes de qualquer coisa é importante você ter em mente que não existe um segmento totalmente rentável e outro que não renda nada. O que existe, na realidade, são produtos específicos em todos os segmentos que funcionam bem em determinados locais.

Quais são as características de um bom produto?

Para conseguir identificar um produto de qualidade, você precisa saber por onde começar. E o início de tudo é encontrar as características daquilo que entendemos como um bom produto.
Veja só alguns pontos importantes que te ajudarão bastante:

  • Bons produtos costumam ser pequenos e leves; isso gera facilidade no transporte. Além disso, o custo com frete é maior e isso aumenta o valor a ser pago. Seja o mais específico possível. Por exemplo: ao invés de investir em peças de reposição de vários tipos, escolha um (ou dois) e canalize as suas energias e a sua verba para que ele funcione bem e gere lucro.

 

  • Bons produtos são aqueles que vendem bem durante todo o ano. Fuja da sazonalidade. Invista seu dinheiro e seus esforços em produtos em que você possa ganhar dinheiro durante os dozes meses do ano.

 

  • Evite investir, por exemplo, todo o seu capital num novo modelo de celular, mesmo que seu preço de venda seja abaixo da concorrência, pois em poucos meses uma novidade surge e o seu produto não terá diferencial.

Bons produtos são aqueles que você comprar e pode dobrar o preço de venda. Se não for dessa forma, seu lucro não valerá a pena.

Fuja de produtos que precisem de muita tecnologia para funcionar. Em geral, a possibilidade de problemas é maior e há necessidade de um prazo maior de garantia.

Não adquira produtos que são também comercializados por gigantes. Aqui não estamos falando de brigas desiguais. Você precisa ser certeiro e estratégico. Não há como competir com quem tem muito dinheiro e pode investir mais do que você.

Qual a melhor maneira de encontrar os bons produtos?

Agora que você já sabe o que caracteriza um bom produto para você importar, só resta saber onde encontrar essas boas oportunidades. Existem algumas ferramentas que te auxiliam de forma excelente nessa busca. Veja só:

Alibaba.com

Aqui você encontrará diversas listas de fornecedores no exterior. Com esta ferramenta você terá acesso aos preços.

Global Sources

O Global Sources é uma excelente ferramenta para pesquisar os preços e volumes dos produtos.

Mande-In-Cina

É um lugar estratégico para análise de produtos. Eles possuem diversas opções de fornecedores e produtos pela China.

 

As oportunidades estão em todos os lugares. Converse com profissionais da área que deseja atuar, leia revistas e vá em feiras do segmento. Sempre haverá algum produto com deficiências de fornecimento no Brasil.

 

De qual país importar? (O #2 é o país com mais oportunidades)

O mundo da importação/exportação é fascinante, cheio de oportunidades e possibilidades de investimentos lucrativos. O risco existe, mas ele se torna totalmente controlável quando você conhece bem alguns pontos importantes do processo. E um deles são os melhores países para importar produtos.

Para que seu caminho seja apenas de sucesso em todos os degraus, preparamos uma lista com os países que te oferecem as oportunidades mais vantajosas.

China

A China é destaque total no mundo das exportações. Ao longo dos anos o país tem superado grandes potências mundiais e assumindo o topo do ranking no segmento. Em 2014, as exportações dos chineses cresceram 6,1% em relação ao ano anterior. O comércio alcançou a impressionante marca de US$ 2,35 trilhões.
Com relação aos produtos mais exportados pela China, destacam-se:

  • Aparelhos transmissores e receptores.
  • Celulares.
  • Bombas e compressores.
  • Motores e geradores.
  • Compostos orgânicos e inorgânicos.
  • Circuitos impressos.
  • Circuitos integrados.
  • Dispositivos móveis.

Índia

A Índia é uma nação emergente. O crescimento econômico do país nos últimos anos tem sido excelente, o que a coloca como a nona maior economia do mundo.
O crescimento anual da Índia tem sido de 7%, resultado dos esforços de uma economia diversificada, com destaque para as áreas tecnológica, de serviços, agrícola, financeira e industrial.
É destaque nas exportações indianas:

  • Produtos manufaturados.
  • Indústria de tecnologia.
  • Produção de softwares.

 

Estados Unidos

Os Estados Unidos são detentores da maior economia do mundo, em volume de PIB. Trabalhando totalmente dentro dos parâmetros capitalistas, se destacam em diversos setores.
Possui um mercado consumidor interno forte e com bastante poder aquisitivo. Os principais setores econômicos dos EUA são as finanças, a indústria, tecnologia, mineração, agricultura e turismo.
Nas exportações, os Estados Unidos se destacam:

  • Produtos agrícolas.
  • Suprimentos industriais.
  • Computadores.
  • Motores de veículos.
  • Transistores.
  • Equipamentos de telecomunicações.

 

Alemanha

A economia da Alemanha é a mais rica da Europa. Destaque para a indústria alemã, altamente desenvolvida, com tecnologia de última geração. Também merecem destaque os setores de finanças e de serviços.
O país fechou o ano de 2014 como a quarta maior economia do mundo, com um PIB de US$ 3,621 trilhões, representando um crescimento de 1,5% (PIB).
Os destaques nas exportações alemães são:

  • Produtos químicos.
  • Veículos.
  • Produtos manufaturados.
  • Máquinas.
  • Metais.
  • Produtos têxteis e alimentícios.

 

Japão

A Segunda Guerra Mundial foi um divisor de águas para a economia japonesa. Com a ajuda estrangeira, em especial dos EUA, o Japão investiu pesado no desenvolvimento tecnológico e industrial. E já na década de 70 já era uma das grandes potências do mundo.
Hoje o Japão já é a terceira maior economia do mundo em volume de PIB. Além disso, uma das grandes vantagens do país é a sua infraestrutura (geração de energia, rodovia e portos), que colabora muito com o desenvolvimento do país.
Entre os destaques das exportações japonesas, estão:

  • Equipamentos eletrônicos.
  • Veículos.
  • Artigos de informática.

Mercosul

O Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) trata-se da união comercial e política entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, que assinaram o Tratado de Assunção em março de 1991.
Após esse período, outros países se uniram ao Mercosul: Chile (1996), Bolívia (1997), Peru (2003), Colômbia, Equador e Venezuela (2204).
O comércio dentro do Mercosul passou de US$ 4,5 bilhões (1991) para US$ 59,4 bilhões (2013).
Como destaque nas exportações do Mercosul, temos:

  • Produtos industrializados.
  • Produtos agrícolas (açúcar, soja, carne bovina, vinho e arroz).
  • Energia (destaque para a Venezuela, que detém quase 93% das reservas de petróleo do Mercosul).

Você gostaria de importar de algum desses países? Conte para a gente nos comentários abaixo!

Feiras para encontrar oportunidades na China (a #1 é a melhor!)

Muitos empreendedores brasileiros me perguntam sobre o melhor produto para importar, mas esta resposta não é simples. O segredo está em encontrar produtos que fujam do convencional, ou seja, que não estejam na ponta da língua das pessoas. É muito bom importar calçados, eletrônicos ou roupas, por exemplo. Porém, estes mercados já possuem muita concorrência (nacional e internacional) e portanto tendem a tornar as importações menos lucrativas.

Por outro lado, a China está cheia de oportunidades a serem exploradas! São peças de reposição para máquinas e equipamentos, novidades em utensílios domésticos, produtos de decoração e peças automotivas.

 

Prepare seu passaporte e venha explorar o mundo das feiras na China! Esta continua a ser a melhor maneira de encontrar um nicho de mercado e faturar muito.

 

Quem tem sempre em mente a necessidade de atualização e reciclagem está sempre buscando acompanhar tudo o que acontece no seu meio de atuação. E quando falamos de importação e exportação, as feiras são uma excelente oportunidade – é a melhor maneira de estar envolvido e próximo às tendências globais.

E para que você conheça os principais eventos da área, separamos detalhes sobre as principais feiras da China e Hong Kong. Confira abaixo:

 

Canton Fair de Guangzhou

A Canton Fair é a principal feira multissetorial do mundo. Realizada todos os anos na cidade chinesa de Guangzhou (sul da China), o evento conta com uma impressionante variedade de compradores de todo o mundo e também de expositores. A Feira foi fundada em 1957 e, ao longo desses 58 anos, virou referência para as empresas. Todo ano, o encontro é realizado duas vezes, na primavera e no outono.

A 118º Canton Fair ocorreu entre 15 de outubro e 5 de novembro. O evento ocorrerá no Complexo da Feira de Exportação e Importação da China (Yue Jiang Zhong Lu, bairro de Haizhu, Guangzhou)

Em números, é possível perceber a grandeza do evento:

  • 48 delegações.
  • Mais de 20 mil companhias de comércio exterior, instituições científicas, fábricas, companhias privadas, empresas com investimentos no exterior, entre outras.
  • Mais de 1 milhão de metros quadrados de Feira.
  • Mais de 60 mil stands.
  • Mais de 150 produtos expostos.

 

Asia Fruit Logistica

A Feira Internacional para o Marketing de Frutas e Hortaliças é a melhor Feira internacional de negócios envolvendo frutas e hortaliças. O encontro envolve mais de 2400 companhias globais e de porte médio de todo o mundo.

 

Hong Kong Electronics Fair

A Feira Internacional de Eletrônicos de Hong Kong ocorre no Hong Kong Conventions and Exibition Centre, em Hong Kong, na China. É um encontro de alto nível que envolve profissionais da área de eletrônicos, como áudio e vídeo, produtos de eletrônica, comunicação e multimídia, montagem, produção e tecnologia e também componentes eletrônicos.

 

Print, Pack and Paper

A Feira Internacional de Impressão, Embalagens e Papelaria acontece no Shanghai New International Center, em Xangai, na China. É um evento anual voltado para os profissionais que trabalham com impressão, embalagem e papelaria.

São inúmeros produtos expostos, entre eles:

  • Prensas.
  • Equipamentos de impressão.
  • Letreiros.
  • Embalagens.
  • Pôsters.
  • Etiquetas.
  • Equipamentos post-impressão.
  • Papelão.
  • Papel.
  • Papel reciclado.

Minha dica é: viaje com a mente aberta e esteja atento para todas as oportunidades que possam aparecer. As grandes oportunidades estão nos itens fora do convencional! Você já foi em alguma dessas feiras? Conte como foi sua experiência nos comentários abaixo.

Incoterms: Aprenda como proteger as suas importações e exportações

Incoterms são regras especiais que nos ajudam a proteger as operações de comércio internacional. Os termos mais importantes são CIF, FOB, EXW e FCA, e eles são utilizados para definir os custos e responsabilidades de impostos e logística durante o transporte das mercadorias.

Por exemplo, você já se imaginou na situação em que o contêiner é envolvido em um acidente rodoviário entre a fábrica do exportador e o porto de origem na China, de quem é a responsabilidade pelo pagamento dos danos causados? Isto dependerá das condições acordadas nas INCOTERMs e descritos no pro-forma invoice.

Quando falamos em comércio internacional, é importante tomarmos conhecimentos de todos os detalhes inerentes ao assunto; afinal, queremos fazer bons negócios e obter lucros e experiências satisfatórias. E uma das coisas que precisamos aprender são os Incoterms.

Os Incoterms são regras especiais que nos ajudam a interpretar termos muito utilizados no comércio internacional. Quando fazemos uma negociação dentro do nosso país, os percursos envolvidos são menores, ambos os lados conhecem a cultura local e não há o empecilho do idioma, que geralmente é uma grande barreira. Mas quando estamos tratando de comércio internacional, é preciso criar padrões gerais de distribuição e todos os detalhes referentes aos riscos e despesas do transporte de mercadorias.

Foi pensando em resolver todas essas questões que a Câmara de Comércio Internacional (CCI) criou os Incoterms, em 1936. Os Incoterms são divididas em:

  • Grupo E: partida (EWX)
  • Grupo F: transporte principal não pago (FCA, FAZ, FOB)
  • Grupo C: transporte principal pago (CFR, CIF, CPT, CIP)
  • Grupo D: chegada (DAF, DES, DEQ, DDU, DDP).

Para que você domine o assunto e se prepare ainda mais para o comércio internacional, separamos algumns Incoterms para você conhecer mais profundamente.

1 – CIF

CIF é a sigla de Cost, Insurance and Freight (Custo, Seguro e Frete). É uma condição comercial em que todos os tipos de despesas, incluindo seguro marítimo e frete, estão incluídas no preço negociado com o fornecedor. Ela é responsável não somente pelas despesas de transporte até o ponto de destino, mas também cuida dos riscos a que as mercadorias estão expostas durante o trajeto.

2 – FOB

FOB é a sigla de Free on Board. Os custos são por conta do vendedor até o momento em que as mercadorias, preparadas para a exportação, tenham sido embarcadas no navio indicado pelo comprador. Após isto, os custos com frete marítimo, o desembaraço no local de destino, e a entrega até o galpão do importador, é de responsabilidade do comprador.

3 – EXW

EXW é a sigla de Ex Works. É quando todos os custos ficarão por conta do comprador que terá a missão de retirar as mercadorias junto ao vendedor e trazê-las para o seu país. Ou seja, o exportador disponibilizará as mercadorias na fábrica do país de destino, e é responsabilidade do importador fazer o trânsito até o local desejado.

4 – FCA

FCA é a sigla de Free Carrier. A função do vendedor é entregar as mercadorias na empresa transportadora que o comprador indicou. É bastante utilizada no transporte aéreo, ferroviário ou multimodal.

 

Gostaria de saber mais detalhes sobre as Incoterms e como importar? Entre em contato conosco clicando aqui.

Como me proteger da variação cambial?

A crise internacional de 2008 foi danosa para diversos segmentos da sociedade; e o comércio foi um dos que mais sofreu. O sistema financeiro mundial mostrou-se refém do momento e o uso sem precedentes de derivativos colocou em risco tanto a importação como a exportação mundial.

A variação cambial é um veneno que pode destruir pequenas, médias e grandes corporações. Para que o avanço desse mal seja contido, é indispensável a utilização de derivativos cambiais e, ao longo do tempo, essa prática se tornou habitual no meio comercial.

Vamos entender o essencial para que a sua empresa consiga se proteger das variações cambiais?

É importante para a importação e exportação que você esteja atento a todas as possibilidades que gerem proteção, diminuam os riscos e, principalmente, garantam lucros seguros para os seus negócios.

Os derivativos cambiais

 Os derivativos cambiais são também conhecidos como Hedge e traduzem a ideia de proteção, tanto para os pequenos negócios quanto para os de grande vulto e que movimentam importantes somas monetárias.

 Por derivativos cambiais entendemos que são contratos estabelecidos entre compradores e vendedores. O valor do bem a ser comercializado é definido previamente entre as partes e será mantido até a finalização do processo, independentemente à ocorrência de valorizações ou desvalorizações dos produtos.

Tipos de derivativos cambiais

 Existem quatro principais tipos de derivativos cambiais. Verifique aquele que mais se adequa ao seu tipo de negociação.

1 – Swaps

 Através das Swaps, é possível definir um fluxo de pagamentos entre as partes. Trata-se de uma troca (swap, em inglês) de riscos entre as partes envolvidas na negociação comercial.

 No seu uso, é firmado um acordo onde as partes trocam o risco de uma posição ativa (credora) ou passiva (devedora) tomando-se por base critérios previamente estabelecidos.

 São bastante utilizadas por bancos, empresas e instituições de investimentos.

2 – De opção

 Através dessa modalidade, vendedores ou compradores têm a opção de vender ou comprar o ativo relacionado na data do vencimento, por um valor anteriormente estabelecido.

 A parte que adquirir o direito (de comprar ou vender) tem a obrigação de pagar um prêmio ao vendedor, da mesma forma como ocorre num acordo de seguro.

3 – Futuros

 Com este contrato, fica estabelecida a venda ou a compra de um determinado ativo, numa data futura e por um valor estabelecido.

 O vendedor ou o comprador tem o compromisso de vender ou comprar uma determinada quantidade de um ativo por um preço estipulado.

 Esse compromisso é reajustado de acordo com as expectativas do mercado com relação ao preço futuro do bem. Essa é uma modalidade realizada apenas em bolsas de valores.

4 – A termo

 No contrato a termo, o comprador ou o vendedor tem o compromisso de comprar ou de vender determinada quantidade de um ativo financeiro ou mercadoria por um valor fixado na data de realização do negócio e que será liquidado em data futura.

 A liquidação total dos contratos a termos são realizadas somente na data de vencimento. São específicos de negociações em bolsa e no mercado de balcão.

A melhor opção para te ajudar a vencer as variações cambiais

 Importar ou exportar não é tarefa fácil e você precisa se cercar das melhores opções para realizar sempre os negócios mais vantajosos para a sua empresa.

 Por isso, é indispensável que você recorra a empresas especializadas em importação/exportação. Através do suporte de profissionais experientes, você terá a verdadeira segurança para definir os passos ideais que devem ser dados.

5 motivos para importar (o #2 é o mais importante)

Grande parte das empresas brasileiras já perceberam que a importação é um dos principais focos estratégicos nos últimos anos por diferentes motivos: diminuição de custos, aumento de faturamento com produtos inéditos, incremento na lucratividade devido ao menor custo de aquisição das mercadorias, além da ampliação da participação de mercado devido à disponibilização de um portfólio de produtos mais completo. A globalização e o comércio exterior já fornecem diversos benefícios para estas empresas, porém, chegou a hora do pequeno empreendedor precisa conhecer melhor como se aproveitar destas oportunidades.

Separamos 5 motivos que trazem informação suficiente para você perder o medo, deixar a insegurança de lado e se dedicar a esse empreendimento, repleto de vantagens competitivas.

 

1 – Preços mais baixos

Comprar produtos no exterior ao invés de produzi-los aqui é uma das grandes vantagens da importação. Se levarmos em conta que os custos da indústria nacional são bem maiores, quando adquirimos bens e serviços além das nossas fronteiras, a rentabilidade passa a ser muito interessante.

Para que você tenha uma ideia dessa discrepância de valores, a diferença de preços entre um produto nacional e um importado pode alcançar até 300%, o que significa dizer que, mesmo gastando com impostos e todas as taxas cabíveis, você ainda terá um lucro satisfatório com esse processo.

Outro ponto importante é que quando você investe na produção de mercadorias, você precisa acrescentar ao seu custo o capital imobilizado – como equipamentos, fábricas e máquinas – o que encarece de forma considerável o valor final do produto.

Por que seguir por esse caminho se você pode investir apenas com estoque?

 

2 – Produtos inéditos no Brasil

Essa é uma grande vantagem competitiva. Quando você importa, tem a possibilidade de trazer para o mercado interno diversos produtos ainda não comercializados aqui, com mais tecnologia e inovação.

Quando você dá a seus clientes a oportunidade de consumirem novidades, a sua visibilidade aumenta, sua marca se fortalece e você conquista o mercado, que passa a te olhar de forma diferenciada.

Seus preços tendem a ser mais vantajosos do que o dos concorrentes – que não importam – e com o adicional de constante inovação.

 

3 – Aumento do portfólio de produtos da empresa

Quanto mais opções, melhor, concorda? É com essa mentalidade que o consumidor olhará para você se encontrar no seu negócio uma gama de possibilidades de consumo.

Ter uma variedade maior de produtos aumenta o seu mercado de atuação, antes restrito apenas à produção nacional.

Imagine a sua empresa. Ao importar uma linha completa de produtos e também diferentes linhas, um novo panorama se abre, com o aumento do mercado.

E quando somamos o fato de que também importamos produtos correlatos, podemos estabelecer o cross-sell, onde o cliente busca um determinado produto e acaba seduzido pela variedade de possibilidades que se complementam.

 

4 – Produtos de melhor qualidade

A globalização tem influência determinante na qualidade dos produtos, pois para sobreviver, diversos países tiveram que investir em modernização, gerando produtos com resultados excelentes e qualidade acima da média.

Se compararmos os produtos do primeiro escalão nacional com os internacionais, na maioria das vezes perderemos em qualidade e em preço.

Você tem uma importante arma com relação aos seus concorrentes quando tem os melhores preços e a melhor qualidade.

 

5 – Importar é fácil

Agora que você já conhece as vantagens da importação, tanto para a sua empresa quanto para o país de forma geral, é hora de importar.

Todavia, mesmo já tendo a consciência de que esse é um importante caminho, você ainda não sabe quais os trâmites e não conhece os melhores mercados para fornecer os produtos que você quer importar.

A melhor atitude é encontrar uma empresa especializada em importação. Através desses profissionais, você conhecerá os melhores mercados, conseguirá os melhores preços e as negociações mais vantajosas.

Quando você delega essa missão a quem conhece o mercado como ninguém, o ato de importar torna-se uma tarefa fácil, além de ainda mais lucrativa.

Primeiros passos da exportação

O mundo do comércio exterior é realmente fantástico! Seja com importações ou exportações, um sem-número de possibilidades nos coloca à frente de um mercado altamente promissor e em franco desenvolvimento. Pessoas, contatos, estratégias, investimentos, mercados e evolução. Várias seriam as palavras que poderíamos agregar a este segmento.

Todavia, hoje vamos nos deter na ação de exportar. E, como você já sabe bem, esta é uma iniciativa altamente vantajosa para todas as empresas e vale a pena gastar um pouco do seu tempo para conhecer um pouco mais sobre o assunto, aprender caminhos e conhecer quem pode realizar esse serviço com excelência para você.

 

Por que exportar?

 

Provavelmente essa é a primeira pergunta que vem à sua cabeça quando procura analisar os viabilidade de iniciar um projeto de exportação.

A palavra-chave é DIVERSIFICAÇÃO. A possibilidade de atuar em novos mercados é um dos grandes motivos que nos impulsiona a exportar. Aumentar e diversificar a carteira de clientes é uma ação que traz segurança para a sua empresa, tendo em vista que o mercado sempre oscila. Portanto, ficar preso apenas ao mercado interno pode deixar o seu empreendimento com menos alternativas de sobrevivência em tempos de crise.

Além disso, sua produção tende a aumentar com as exportações e consequentemente você poderá diluir os seus custos fixos e despesas administrativas através da economia de escala.

E não para por aí. Quando você se volta para novos mercados, precisa estar ciente de que cada país tem seus próprios procedimentos e exigências. Portanto, para atender a todos eles, você terá que adquirir novas tecnologias que, se num primeiro momento te levar a imaginar que seus gastos aumentaram, com o tempo você perceberá que era o impulso que a sua empresa precisava para dominar de vez o mercado.

 

Agora que você já conhece a importância de ser um exportador, é hora de aprender como se realiza esse processo

 

Ok, você já está convencido do valor e da importância de abrir a sua empresa para o mundo das exportações. Agora só falta aprender como fazer isso. Mas, tenha calma, no final você vai descobrir que existem pessoas preparadas para realizar esse processo pra você. Por isso, não existe nenhum motivo que possa te impedir de crescer e conquistar mercados mundo afora.

Tome nota, analise com imparcialidade e queira investir no mundo das exportações.

 

1 – Qual o tamanho da sua empresa?

 

Essa é a primeira pergunta que você deve fazer quando iniciar esse processo de ingresso no mercado exportador. Afinal, é importante investir de acordo com as suas reais possibilidades.

A capacidade de produção é um dos fatores decisivos e determinantes; a partir deles você conseguirá mensurar quanto da sua produção está voltada para o mercado interno, quanto sobra para o externo e qual a capacidade de crescimento e desenvolvimento produtivo que você é capaz de alcançar para melhorar a sua atuação neste novo mercado que bate à sua porta.

Dê cada passo de forma segura. Por isso, não é necessário criar, logo no início do processo, um departamento de exportação.

Mas antecipe-se e procure logo fazer o seu registro na Receita Federal e nos outros órgãos anuentes, de acordo com o tipo de produto que você pretende exportar. É preciso tomar essas medidas o quanto antes, pois o tempo de espera para estar de acordo com a lei é de cerca de 60 dias.

 

2 – Conheça o mercado para quem deseja exportar

 

Você só poderá dominar um segmento que você conheça bastante, concorda? Por isso, é essencial conhecer o mercado internacional; só assim você será capaz de definir qual é o seu público-alvo, encontrar os compradores em potencial, descobrir quais são os pontos do mercado que você precisa se adaptar e tabelar os preços médios que são praticados em outros países para poder oferecer um produto competitivo.

A fase da pesquisa de mercado não deve ser rápida; ela precisa ser bastante detalhada para que você possa dar o tiro certo, com menos possibilidades de errar o alvo.

 

3 – Uma ação tão importante precisa de especialistas

 

Você percebeu que exportar não é nada impossível, mas logo de cara teve a certeza de que a melhor coisa a fazer é se cercar de pessoas especializadas em exportações e negociações internacionais.

Afinal, é importante ter noção dos riscos reais quando investimos em mercados totalmente novos sem nos cercarmos de toda a segurança possível para ter sucesso ao invés de frustrações, dívidas e machas na imagem da sua marca.

Formar parcerias com pessoas que conhecem as características de cada mercado, têm contatos importantes no exterior e realizam esse tipo de trabalho há anos, é o melhor investimento que você pode fazer para ter êxito e, muito mais do que isso, para transformar a sua experiência exportadora num negócio altamente lucrativo.
Você já pensou em exportar? Compartilhe suas ideias conosco nos comentários abaixo.