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Exportação – 8 dicas para vender no exterior

Este é o relato que mais escuto dos empresários em relação à exportação…

Sua empresa está há anos no mercado, já ganhou a confiança de clientes brasileiros e possui o reconhecimento de mercado, mas nunca conseguiu vender nenhum produto para clientes no exterior. Não conseguiu encontrar oportunidades em outros países ou entender o processo de maneira simplificada.

Isto também acontece com sua empresa?

Algumas empresas até tentaram contatar prováveis clientes no exterior, mas a barreira do idioma e as dúvidas sobre as procedimentos corretas, o preço adequado e a legislação, impedem que o negócio seja concluído com segurança.

Sem problemas, é comum enfrentar estas dificuldades no início. Porém, com a preparação correta sua empresa poderá conseguir bons negócios a partir de agora.

Preparei algumas dicas que irão auxiliar sua empresa na fase de planejamento da exportação, como na busca de clientes no exterior, na formação de preço de vendas, na mitigação de riscos, e muito mais.

A dica #7 é a mais importante na minha opinião, e na maioria das vezes é ignorada pelos traders e artigos da internet. Ela é a que diferencia uma empresa que terá sucesso na exportação de seus produtos, das empresas que vão investir muitos esforços no projeto e não perceberão o retorno.

Vamos lá? Tome note e em caso de dúvidas não deixe de comentar abaixo ou nos contatar!

 

DICA #1: DEFINIR A SUA ESTRATÉGIA

 

Planejamento e estratégia são as palavras-chave para qualquer empresa que deseja exportar.

Alguns empresários relatam que o foco da exportação é o “mundo inteiro”, ou seja, na verdade não possuem um foco. Pesquisar os mercados consumidores de seu produto e definir países ou regiões do globo onde há deficiências na oferta do mesmo é essencial para o sucesso de uma operação de vendas internacional. Fazer uma lista de países e realizar uma pesquisa de mercado neles é uma dica valiosa. Procure na internet informações sobre os concorrentes no país de destino da mercadoria, assim como os preços praticados e as deficiências que os clientes enfrentam no dia-a-dia.

Use blogs, fóruns na internet, redes sociais, e eventualmente ligue para clientes e distribuidores para conversar sobre o assunto. Os comentários dos profissionais destes países são as fontes de informações mais confiáveis sobre a dinâmica do mercado e fornecerão subsídios para as decisões que você irá tomar.

As informações que você coletar podem lhe auxiliar em definir o seu modelo de atuação, como a linha de produtos que será ofertada, o canal de distribuição (departamento próprio, representantes internacionais ou distribuidores) e como será feita a entrada neste mercado.

Outra pergunta importante que devemos fazer a nós mesmos é em relação a capacidade produtiva de sua fábrica. Você consegue atender o mercado doméstico e ao exterior sem ter problemas de atrasos na entrega? Os clientes internacionais são muito sensíveis ao prazo de entrega e podem perder a confiança em você caso algum pedido não seja embarcado conforme combinado na negociação.

É importante que todas as condições sejam cumpridas e que você não tenha custos extras para finalizar o pedido, como a contratação de hora-extra (que deve ocorrer somente em casos de urgência) – planejamento deve vir em primeiro lugar.

Proforma Invoice na Exportação - Fatura Comercial - NEST Consultoria

 

DICA #2: VENDEDORES NO EXTERIOR: DEPARTAMENTO PRÓPRIO, REPRESENTANTE COMERCIAL OU DISTRIBUIDORES

 

As modalidades mais comuns de canais de distribuição são:

Representante comercial no exterior

 

Alternativa com menor custo de implementação e manutenção, os representantes comerciais podem estar baseados no Brasil ou no exterior e são responsáveis pelo relacionamento entre empresas brasileiras e estrangeiras.

Estes profissionais são responsáveis por: prospectar novos clientes em diferentes países, apresentar a linha de produtos, receber cotações e pedidos que serão analisadas pelas empresas. Além disto, espera-se que o representante tenha conhecimento de sua região de atuação, tendo contato prévio com distribuidores, varejistas e indústrias do setor em questão. A comissão costuma variar de 1 a 10% .

 

Departamento de vendas próprio para exportação

 

Opção geralmente de empresas maiores ou com grandes volumes de exportação, o departamento interno de vendas para exportação irá trabalhar com as mesmas atribuições do representante comercial e poderá fazer este trabalho por telefone, visitas presenciais, ou estandes em feiras do setor.

Os departamentos demandam um investimento maior por parte das empresas pois os profissionais necessitam ser capacitados em línguas estrangeiras e todos os custos serão alocados em uma única empresa, diferentemente do representante comercial que fará uma viagem para representar diversas empresas brasileiras e dividirá as despesas.

Por outro lado, empresas que possuem departamentos internos de vendas para exportação possuem maior controle sobre a negociação e o relacionamento com o cliente e podem controlar o nível de serviço prestado.

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Distribuidores no exterior

Distribuidores no exterior são uma ótima opção para empresas que preferem focar suas operações em poucos pontos focais no exterior, Ou seja, prospecta-se um distribuidor em determinada região que irá estocar seus produtos no exterior e comercializar para os varejistas locais.

Esta opção é ótima para empresas que estão iniciando suas operações no exterior e querem testar a demanda em determinado país. Porém, há pouca diversificação e as margens são menores.

 

DICA #3: QUALIDADE DOS PRODUTOS

 

O mercado internacional é extremamente competitivo e você deve entregar produtos de excelente qualidade.

Tenha em mente que clientes no exterior possuem acesso a fornecedores no mundo inteiro, e consequentemente têm diversas opções de preço, qualidade e prazo de entrega. Otimize sua empresa e invista constantemente na melhora dos processos produtivos, equipamentos, treinamento e matéria-prima para que o importador perceba o seu diferencial.

DICA #4: ADAPTAÇÃO DE EMBALAGENS E MATERIAL DE VENDAS

 

Em muitos os casos é necessário adaptar a embalagem de seus produtos para o mercado externo, especialmente através da tradução para outros idiomas das instruções de uso e detalhes técnicos.

Porém, além disto, é necessário conhecer o consumidor do mercado de destino e desenvolver o design de acordo com suas preferências e gostos locais. Todos os materiais de vendas a serem distribuídos para os clientes no exterior devem estar em língua estrangeira e sem preços, assim você poderá negociar os valores de acordo com as quantidades solicitadas.

 

DICA #5: LOGÍSTICA INTERNACIONAL, FRETE E SEGURO

 

A logística internacional é customizada e dependerá de cada tipo de produto. A exportação poderá ser feita através de transporte aérea, marítimo ou rodoviário. É necessário avaliar vários fatores para tomar esta decisão, como:

  • Tamanho do produto
  • Peso do produto
  • Perecibilidade (O produto é percecível)?

Frete e seguro geralmente são responsabilidade do importador, portanto sua lista de preços será na modalidade FOB ou FCA (leia mais detalhes aqui). É comum que sua empresa, o exportador, deva entregar as mercadorias em algum porto ou transportadora no Brasil, e após isto o agente de carga do cliente se encarregará dos trâmites.

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DICA #6: SATISFAÇÃO = PERSPECTIVA – EXPECTATIVA

 

A qualidade do produto deve ser adaptada para o mercado e para o preço praticado. As vezes os clientes aceitam qualidades inferiores caso o preço acompanhe isto.

Portanto, é importante alinhar com os importadores quais são as expectativas em relação ao produto, quem será o consumidor final, e como será feita a distribuição no país de destino. Estas informações são importantes para adaptarmos as especificações técnicas e alinharmos o que o importadora espera.

 

DICA #7: FORMAÇÃO DE PREÇOS PARA EXPORTAÇÃO – UMA LISTA DE PREÇOS E ESTRATÉGIA PARA CADA PAÍS

 

Esta é a dica mais importante da exportação! Ressalto este tema com todas as empresas que me procuram para iniciar suas operações de comércio exterior.

Cada país deve ter uma estratégia diferente, além de uma lista de preços customizada para. E qual seria o motivo? Esta é fácil responder… Todo país possui um cenário único, com clientes e concorrentes diferentes.

Isto implicará em outras questões, como preço, prazos de entrega, qualidade esperada e oferta dos produtos. Portanto, é possível ganhar margens maiores em locais onde há pouca oferta e concorrência, porém, iremos compensar com lucratividade menor em mercados concorridos.

Sugiro que cada empresa faça uma pesquisa de preços em cada país e possua uma lista de preços flexível. Além disto, na exportação é comum que os volumes sejam maiores, o que demandará maiores descontos por parte do exportador. Esteja preparado para negociar de acordo com a quantidade, e adaptar-se para o mercado consumidor.

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DICA #8: PREPARAÇÃO NUNCA É DEMAIS

 

Busque treinamentos, leia artigos e informe-se sobre o comércio exterior e o seu mercado de atuação. O mundo está sempre evoluindo e os negócios também…

Procure materiais na internet, livros e conversar com profissionais que irão lhe auxiliar nas suas dúvidas, mas o importante é não deixar de aproveitar das oportunidades de comércio exterior e mudar totalmente seu patamar de faturamento.

 

RESUMO (COMO VENDER PARA O EXTERIOR)

 

Hoje é o melhor momento para sua empresa ir para o próximo patamar e encontrar um novo mundo de oportunidades.

A exportação é a oportunidade de diversificar o seu mercado consumidor e deixar sua empresa menos dependente das oscilações da economia doméstica, além de evitar os problemas de inadimplência e crédito que muitos empresas sofrem atualmente.

Exportar é uma questão de planejamento, estratégia e que certamente lhe renderá bons frutos. Deixe seus comentários e assine nosso blog para receber mais notícias sobre o tema!

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Reunimos as melhores dicas dos especialistas em comércio exterior sobre como negociar de modo lucrativo para sua empresa. Separamos dicas de profissionais da área que poderão lhe auxiliar em: localizar um fornecedor, verificar a sua idoneidade e iniciar o processo de negociação para que sua importação seja de sucesso!

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A globalização mudou a dinâmica dos mercados e negócios e está acessível a todos. Existem diversos motivos para você aprofundar seus conhecimentos no comércio exterior e se beneficiar de suas vantagens: necessidade de produtos com tecnologia mais avançada, melhor qualidade e menor custo; produtos inovadores e inéditos no Brasil, acesso a novos mercados, busca por novas oportunidades de negócios, entre outros!

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Como encontrar oportunidades de importação?

O mundo dos negócios está cada dia mais profissionalizado e moderno e, quem não investe corretamente ou não procura as melhores práticas, acaba sucumbindo frente a um mercado cada dia mais competitivo e voraz.
Por isso, é simplesmente fundamental que você saiba identificar as melhores oportunidades de importação, os melhores mercados, os melhores preços e condições. Você precisa de atitudes arrojadas, pois não há muitas chances para equívocos e tentativas amadoras.

Encontrando as melhores oportunidades de importação

É hora de localizar as melhores oportunidades de importação. Tome nota de cada dica para que o seu negócio cresça e suba os degraus que vão te levar a encontrar a lucratividade e o sucesso profissional.

Identifique os produtos de qualidade

Antes de qualquer coisa é importante você ter em mente que não existe um segmento totalmente rentável e outro que não renda nada. O que existe, na realidade, são produtos específicos em todos os segmentos que funcionam bem em determinados locais.

Quais são as características de um bom produto?

Para conseguir identificar um produto de qualidade, você precisa saber por onde começar. E o início de tudo é encontrar as características daquilo que entendemos como um bom produto.
Veja só alguns pontos importantes que te ajudarão bastante:

  • Bons produtos costumam ser pequenos e leves; isso gera facilidade no transporte. Além disso, o custo com frete é maior e isso aumenta o valor a ser pago. Seja o mais específico possível. Por exemplo: ao invés de investir em peças de reposição de vários tipos, escolha um (ou dois) e canalize as suas energias e a sua verba para que ele funcione bem e gere lucro.

 

  • Bons produtos são aqueles que vendem bem durante todo o ano. Fuja da sazonalidade. Invista seu dinheiro e seus esforços em produtos em que você possa ganhar dinheiro durante os dozes meses do ano.

 

  • Evite investir, por exemplo, todo o seu capital num novo modelo de celular, mesmo que seu preço de venda seja abaixo da concorrência, pois em poucos meses uma novidade surge e o seu produto não terá diferencial.

Bons produtos são aqueles que você comprar e pode dobrar o preço de venda. Se não for dessa forma, seu lucro não valerá a pena.

Fuja de produtos que precisem de muita tecnologia para funcionar. Em geral, a possibilidade de problemas é maior e há necessidade de um prazo maior de garantia.

Não adquira produtos que são também comercializados por gigantes. Aqui não estamos falando de brigas desiguais. Você precisa ser certeiro e estratégico. Não há como competir com quem tem muito dinheiro e pode investir mais do que você.

Qual a melhor maneira de encontrar os bons produtos?

Agora que você já sabe o que caracteriza um bom produto para você importar, só resta saber onde encontrar essas boas oportunidades. Existem algumas ferramentas que te auxiliam de forma excelente nessa busca. Veja só:

Alibaba.com

Aqui você encontrará diversas listas de fornecedores no exterior. Com esta ferramenta você terá acesso aos preços.

Global Sources

O Global Sources é uma excelente ferramenta para pesquisar os preços e volumes dos produtos.

Mande-In-Cina

É um lugar estratégico para análise de produtos. Eles possuem diversas opções de fornecedores e produtos pela China.

 

As oportunidades estão em todos os lugares. Converse com profissionais da área que deseja atuar, leia revistas e vá em feiras do segmento. Sempre haverá algum produto com deficiências de fornecimento no Brasil.

 

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5 motivos para sua empresa começar a exportar agora mesmo

Exportar é muito mais do que uma boa opção para pessoas e empresas; é uma excelente alternativa de desenvolvimento. E, independente do receio de algumas pessoas, é importante ter em mente as diversas vantagens que existem.

Por isso, é hora de esclarecermos todas as dúvidas e mostrar que vale a pena exportar e que todo mundo ganha: o exportador, o importador e o mercado interno, com o ingresso de divisas e geração de emprego e renda.

 

Vantagens de exportar

 

1 – Diversidade de Mercados

Quando uma empresa se prepara para exportar, ela destina uma parte da sua produção para o mercado interno e a outra para o externo. Essa ação aumenta a carta de clientes em diferentes mercados. E uma das grandes vantagens desse empreendimento é que a empresa diminui os riscos e se torna mais independente, pois quantos mais mercados ela estiver atuando, menos dependente ela será e menos exposta estará a crises financeiras em determinadas regiões.

Além disso, é importante frisar que a diversidade de mercado acaba com o problema das empresas que vendem produtos sazonais. Por exemplo, se a empresa “X” vender casacos, ela não ficará dependente da estação fria no seu país. Ela terá condições de produzir durante todo o ano, atuando de acordo com a estação fria dos mercados em que ela estiver atuando.

 

2 – Crescimento da produtividade

Quando uma empresa dá início à exportação, ela precisa produzir em maior quantidade e também com qualidade cada vez melhor para conseguir ser competitiva no mercado internacional. Para isso ela precisará se modernizar e, pensando de forma global, sairá ganhando com todo o processo, pois a modernização leva ao crescimento da empresa.

 

3 – A qualidade do produto

Conforme mencionamos anteriormente, a internacionalização de uma empresa a obriga a se adaptar às exigências do mercado em que estiver atuando.Elas precisam adquirir tecnologia, pois essa é uma exigência dos mercados internacionais, que sejam seguidas normas e procedimentos.

O investimento na qualidade dos seus produtos será percebido por todos seus clientes, do mercado doméstico ou internacional, o que garantirá a sustentabilidade de sua empresa e a geração de receitas com o fortalecimento da marca e dos produtos.

 

4 – A carga tributária

Quem exporta tem a possibilidade de usufruir de mecanismos que ajudam a diminuir os tributos: são os incentivos fiscais.

Os incentivos fiscais eliminam tributos incidentes sobre os produtos nas operações realizadas no mercado interno. Nas exportações, é fundamental que os produtos cheguem ao mercado internacional com preços competitivos, e isso se torna possível pela compensação dos incentivos fiscais.

 

5 – Melhoria na empresa

Quando uma empresa se torna exportadora, tudo muda para melhor, seja nos processos internos como na imagem que o mercado tem sobre ela. Veja só:

Internamente

  • Padrões internacionais de gerenciamento, adotados em função das exigências do mercado externo.
  • Novas tecnologias empregadas, devido ao processo de internacionalização da empresa. É uma exigência dos mercados que irão importar os seus produtos.
  • Crescimento e qualificação da mão de obra para que seja possível alcançar todas as novas exigências do processo de exportação.
  • Fortalecimento do valor agregado da marca.

 

Externamente

  • Crescimento da marca, pois o consumidor passa a olhar a empresa com outros olhos, com mais respeito, o que tende a gerar mais vendas e fidelização do seu público-alvo.
  • Os fornecedores também passam a encarar a sua empresa com outra postura, o que pode melhorar o processo de negociação de produtos.

 

A peça importante para o sucesso da exportação

Agora que você já tem total certeza de que vale a pena exportar, é preciso definir todos os passos desse projeto com uma empresa especializada no assunto, pois é de fundamental importância que você tome conhecimento de todos os trâmites legais.

Além disso, quando você contrata uma empresa especializada, ela já tem conhecimento dos mercados internacionais e vai te direcionar para os melhores clientes, diminuindo por completo a possibilidade de prejuízos, com maus clientes e negociações que não sejam vantajosas para a sua empresa.

Esse é o melhor investimento na hora de exportar e você tem tudo para lucrar com isso.

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5 motivos para importar (o #2 é o mais importante)

Grande parte das empresas brasileiras já perceberam que a importação é um dos principais focos estratégicos nos últimos anos por diferentes motivos: diminuição de custos, aumento de faturamento com produtos inéditos, incremento na lucratividade devido ao menor custo de aquisição das mercadorias, além da ampliação da participação de mercado devido à disponibilização de um portfólio de produtos mais completo. A globalização e o comércio exterior já fornecem diversos benefícios para estas empresas, porém, chegou a hora do pequeno empreendedor precisa conhecer melhor como se aproveitar destas oportunidades.

Separamos 5 motivos que trazem informação suficiente para você perder o medo, deixar a insegurança de lado e se dedicar a esse empreendimento, repleto de vantagens competitivas.

 

1 – Preços mais baixos

Comprar produtos no exterior ao invés de produzi-los aqui é uma das grandes vantagens da importação. Se levarmos em conta que os custos da indústria nacional são bem maiores, quando adquirimos bens e serviços além das nossas fronteiras, a rentabilidade passa a ser muito interessante.

Para que você tenha uma ideia dessa discrepância de valores, a diferença de preços entre um produto nacional e um importado pode alcançar até 300%, o que significa dizer que, mesmo gastando com impostos e todas as taxas cabíveis, você ainda terá um lucro satisfatório com esse processo.

Outro ponto importante é que quando você investe na produção de mercadorias, você precisa acrescentar ao seu custo o capital imobilizado – como equipamentos, fábricas e máquinas – o que encarece de forma considerável o valor final do produto.

Por que seguir por esse caminho se você pode investir apenas com estoque?

 

2 – Produtos inéditos no Brasil

Essa é uma grande vantagem competitiva. Quando você importa, tem a possibilidade de trazer para o mercado interno diversos produtos ainda não comercializados aqui, com mais tecnologia e inovação.

Quando você dá a seus clientes a oportunidade de consumirem novidades, a sua visibilidade aumenta, sua marca se fortalece e você conquista o mercado, que passa a te olhar de forma diferenciada.

Seus preços tendem a ser mais vantajosos do que o dos concorrentes – que não importam – e com o adicional de constante inovação.

 

3 – Aumento do portfólio de produtos da empresa

Quanto mais opções, melhor, concorda? É com essa mentalidade que o consumidor olhará para você se encontrar no seu negócio uma gama de possibilidades de consumo.

Ter uma variedade maior de produtos aumenta o seu mercado de atuação, antes restrito apenas à produção nacional.

Imagine a sua empresa. Ao importar uma linha completa de produtos e também diferentes linhas, um novo panorama se abre, com o aumento do mercado.

E quando somamos o fato de que também importamos produtos correlatos, podemos estabelecer o cross-sell, onde o cliente busca um determinado produto e acaba seduzido pela variedade de possibilidades que se complementam.

 

4 – Produtos de melhor qualidade

A globalização tem influência determinante na qualidade dos produtos, pois para sobreviver, diversos países tiveram que investir em modernização, gerando produtos com resultados excelentes e qualidade acima da média.

Se compararmos os produtos do primeiro escalão nacional com os internacionais, na maioria das vezes perderemos em qualidade e em preço.

Você tem uma importante arma com relação aos seus concorrentes quando tem os melhores preços e a melhor qualidade.

 

5 – Importar é fácil

Agora que você já conhece as vantagens da importação, tanto para a sua empresa quanto para o país de forma geral, é hora de importar.

Todavia, mesmo já tendo a consciência de que esse é um importante caminho, você ainda não sabe quais os trâmites e não conhece os melhores mercados para fornecer os produtos que você quer importar.

A melhor atitude é encontrar uma empresa especializada em importação. Através desses profissionais, você conhecerá os melhores mercados, conseguirá os melhores preços e as negociações mais vantajosas.

Quando você delega essa missão a quem conhece o mercado como ninguém, o ato de importar torna-se uma tarefa fácil, além de ainda mais lucrativa.

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Primeiros passos da exportação

O mundo do comércio exterior é realmente fantástico! Seja com importações ou exportações, um sem-número de possibilidades nos coloca à frente de um mercado altamente promissor e em franco desenvolvimento. Pessoas, contatos, estratégias, investimentos, mercados e evolução. Várias seriam as palavras que poderíamos agregar a este segmento.

Todavia, hoje vamos nos deter na ação de exportar. E, como você já sabe bem, esta é uma iniciativa altamente vantajosa para todas as empresas e vale a pena gastar um pouco do seu tempo para conhecer um pouco mais sobre o assunto, aprender caminhos e conhecer quem pode realizar esse serviço com excelência para você.

 

Por que exportar?

 

Provavelmente essa é a primeira pergunta que vem à sua cabeça quando procura analisar os viabilidade de iniciar um projeto de exportação.

A palavra-chave é DIVERSIFICAÇÃO. A possibilidade de atuar em novos mercados é um dos grandes motivos que nos impulsiona a exportar. Aumentar e diversificar a carteira de clientes é uma ação que traz segurança para a sua empresa, tendo em vista que o mercado sempre oscila. Portanto, ficar preso apenas ao mercado interno pode deixar o seu empreendimento com menos alternativas de sobrevivência em tempos de crise.

Além disso, sua produção tende a aumentar com as exportações e consequentemente você poderá diluir os seus custos fixos e despesas administrativas através da economia de escala.

E não para por aí. Quando você se volta para novos mercados, precisa estar ciente de que cada país tem seus próprios procedimentos e exigências. Portanto, para atender a todos eles, você terá que adquirir novas tecnologias que, se num primeiro momento te levar a imaginar que seus gastos aumentaram, com o tempo você perceberá que era o impulso que a sua empresa precisava para dominar de vez o mercado.

 

Agora que você já conhece a importância de ser um exportador, é hora de aprender como se realiza esse processo

 

Ok, você já está convencido do valor e da importância de abrir a sua empresa para o mundo das exportações. Agora só falta aprender como fazer isso. Mas, tenha calma, no final você vai descobrir que existem pessoas preparadas para realizar esse processo pra você. Por isso, não existe nenhum motivo que possa te impedir de crescer e conquistar mercados mundo afora.

Tome nota, analise com imparcialidade e queira investir no mundo das exportações.

 

1 – Qual o tamanho da sua empresa?

 

Essa é a primeira pergunta que você deve fazer quando iniciar esse processo de ingresso no mercado exportador. Afinal, é importante investir de acordo com as suas reais possibilidades.

A capacidade de produção é um dos fatores decisivos e determinantes; a partir deles você conseguirá mensurar quanto da sua produção está voltada para o mercado interno, quanto sobra para o externo e qual a capacidade de crescimento e desenvolvimento produtivo que você é capaz de alcançar para melhorar a sua atuação neste novo mercado que bate à sua porta.

Dê cada passo de forma segura. Por isso, não é necessário criar, logo no início do processo, um departamento de exportação.

Mas antecipe-se e procure logo fazer o seu registro na Receita Federal e nos outros órgãos anuentes, de acordo com o tipo de produto que você pretende exportar. É preciso tomar essas medidas o quanto antes, pois o tempo de espera para estar de acordo com a lei é de cerca de 60 dias.

 

2 – Conheça o mercado para quem deseja exportar

 

Você só poderá dominar um segmento que você conheça bastante, concorda? Por isso, é essencial conhecer o mercado internacional; só assim você será capaz de definir qual é o seu público-alvo, encontrar os compradores em potencial, descobrir quais são os pontos do mercado que você precisa se adaptar e tabelar os preços médios que são praticados em outros países para poder oferecer um produto competitivo.

A fase da pesquisa de mercado não deve ser rápida; ela precisa ser bastante detalhada para que você possa dar o tiro certo, com menos possibilidades de errar o alvo.

 

3 – Uma ação tão importante precisa de especialistas

 

Você percebeu que exportar não é nada impossível, mas logo de cara teve a certeza de que a melhor coisa a fazer é se cercar de pessoas especializadas em exportações e negociações internacionais.

Afinal, é importante ter noção dos riscos reais quando investimos em mercados totalmente novos sem nos cercarmos de toda a segurança possível para ter sucesso ao invés de frustrações, dívidas e machas na imagem da sua marca.

Formar parcerias com pessoas que conhecem as características de cada mercado, têm contatos importantes no exterior e realizam esse tipo de trabalho há anos, é o melhor investimento que você pode fazer para ter êxito e, muito mais do que isso, para transformar a sua experiência exportadora num negócio altamente lucrativo.
Você já pensou em exportar? Compartilhe suas ideias conosco nos comentários abaixo.

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5 mitos sobre importação (o #2 é o mais comum)

Você é uma daquelas pessoas que têm – dentre vários objetivos – a intenção de se tornar um importador, mas sempre esbarra no receio de que dará um tiro no escuro ou que jogará dinheiro fora ou, ainda, que não tem a experiência necessária para tal iniciativa?

Existem muitas verdades e também alguns riscos de mergulhar nessa iniciativa. Todavia, o que a maioria das pessoas não sabe é que quase tudo é mito e podemos mitigar os riscos do comércio exterior.

Por isso, para que você entenda um pouco mais desse novo mundo que se abre à sua frente, resolvemos desmistificar cinco mitos sobre a importação. Tome nota, tire suas dúvidas, aprofunde-se e comece já a colocar em prática o seu lado importador.

 

Mito 1 – Importação é somente para empresas grandes

Essa é uma das grandes preocupações de quem tem a vontade de importar, mas ainda não possui uma estrutura que considere satisfatória para tal. Algumas pessoas acreditam que somente as grandes corporações são capazes de importar porque precisam de um departamento de comércio exterior instalado e desenvolvido. Isso é mito e não pode atrapalhar os seus projetos. Pequenas e médias empresas têm total possibilidade de ingressar nesse empreendimento. Existem empresas especializadas em importação e que podem fazer este serviço para você.

O custo? Não é nada fora do comum! Todos os gastos são proporcionais ao montante importado. Por isso, é hora de sair do lugar e buscar este serviço com quem entende de importação.

 

 

Mito 2 – Para importar é necessário investir muito dinheiro antecipadamente

Você se animou com a possibilidade de começar a importar, mas quando pensou no dinheiro que teria que investir, começou a postergar esse projeto. Porém, vou lhe mostrar uma oportunidade de financiamento.

Existem muitas possibilidades para que você ingresse de vez nessa atmosfera. Uma delas são as linhas de financiamento, como o FINIMP. Essa é uma excelente opção para você.

O FINIMP (Financiamento à importação) é uma modalidade de financiamento que é disponibilizada ao importador a partir de um repasse de linha de crédito, concedido por um banco do exterior, que realiza o pagamento à vista ao exportador e permite que o importador pague a prazo.

Vantagens não faltam para quem adere a essa modalidade:

– Você pagará as mesmas taxas de juros que são utilizadas no mercado internacional e o desembolso é feito à vista para o exportador estrangeiro. Ou seja, como no exterior os juros são extremamente baixos (cerca de 1% ao ano), você irá se beneficiar disto para poder investir em estoque e obter maiores margens de lucro.

– Não há alterações na taxa de juros. Elas são fixas durante todo o financiamento, e isso te auxilia a ter uma boa previsão do seu fluxo de caixa.

– Costumam ter duração de longo prazo, como 360 dias, e pode ser renovado por igual período.

 

Mito 3 – Importar é complicado

De uma coisa você precisa saber: importar não é algo tão simples. Mas não é simples pra quem não se prepara para isso. O seu caminho se torna possível e vantajoso quando você prepara a sua empresa e os seus colaboradores com treinamentos específicos e pesquisas. É preciso dominar o assunto e ter consciência de tudo o que precisa ser realizado em cada etapa do processo.

E este processo fica ainda mais fácil quando você contrata alguém que é especializado neste segmento. Existem diversas consultorias e assessorias que atuam no mercado há anos. Investir na contratação destes profissionais é um investimento que vale a pena e aumenta sensivelmente a sua faixa de lucro com importações, pois você estará lidando com quem realmente está preparado para isso. Eles cuidam de pontos essenciais, como documentação inicial, negociações, logística do processo de importação e recebimento do produto importado.

 

Mito 4 – É necessário visitar as fábricas presencialmente para garantir a qualidade

Muitos desistem de importar porque acham que terão que viajar regularmente ao país exportador para acompanhar de perto o processo produtivo. Imagine o custo com viagens, desconhecimento do idioma, hospedagem e toda a infraestrutura e gastos que envolvem uma viagem. Realmente, se isso fosse necessário, seria um entrave enorme.

Mas nada disso é necessário e você pode sim ser um grande importador. Sabe como?

Você tem o direito de solicitar amostras periódicas aos fornecedores, realizar testes de qualidade nos produtos que você pretende comprar, acompanhar a produção, o embarque e todas as demais fases do processo – e o melhor, tudo isto através de agentes no país de origem das mercadorias.

 

Mito 5 – Os exportadores somente vendem grandes volumes

Isso acontece, mas não é sempre assim. Há alternativas e você não precisa desistir de fazer importações se o seu interesse é negociar com pouca quantidade.

Existem várias empresas no exterior que não estipulam uma quantidade mínima de produtos para que seja possível a importação. Além disto, você também pode obter preços favoráveis e melhores condições importando através de distribuidores internacionais.

Por fim, é importante ter em mente que contratar uma empresa especializada nesse processo de importação é a melhor saída para qualquer investidor, seja ele grande, médio ou pequeno.

Você pode dar passos seguros e acertados e ter uma margem de lucro ainda maior e possibilidades de riscos e prejuízos próximas a zero quando se associa a quem trabalha exatamente para facilitar o seu caminho.

 

Você também possuía uma destas preocupações? Compartilhe conosco nos comentários!

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Como importar da China (Os 9 passos da importação)

A busca pela importação de produtos em mercados externos, mesmo para empresas de pequeno e médio porte,  tem sido cada vez mais frequente no Brasil. E são vários os motivos que levam os empresários a importar: redução de custos, inovação, desenvolvimento de novos fornecedores e parceiros, necessidade de matérias-primas e máquinas que não podem ser encontrados no país, entre muitos outros.

Durante minhas últimas viagens para a Ásia percebi que os aviões estavam lotados de brasileiros que iam até o outro lado do mundo em busca de oportunidades que diferenciassem as suas empresas em um mercado competitivo. Eu vi empresas importando os mais diferentes produtos: máquinas agrícolas, café, acessórios para computadores, telefones celulares, roupas, bolsas, artigos de decoração, materiais de construção, autopeças… é uma lista que não acaba mais! Lembro da minha primeira compra de uma empresa da China que era composta por 7 contêineres de autopeças. As dúvidas eram imensas! Resolvi escrever este artigo para as pessoas que nunca importaram na vida e gostariam de aprender um pouco mais.

No entanto, muitas companhias acabam por desistir da ideia de se tornarem importadoras pois não se sentem preparadas para esta atividade. Felizmente, com a ajuda de profissionais e uma organização adequada das informações e procedimentos necessários, é perfeitamente possível obter as autorizações necessárias e, desta forma, começar a importar.

Sendo assim, abaixo você encontrará os passos e procedimentos a serem seguidos pelas empresas que desejam se tornar importadoras. Tome nota!

1. Obtenção do RADAR para importar

Formalmente chamada de Habilitação no SISCOMEX, trata-se de uma permissão para importar, que será concedida pela Receita Federal do Brasil, após a análise de determinados documentos e informações da empresa requerente. Pode ser feita pela própria companhia, ou através da contratação de um Despachante Aduaneiro.

Esta licença é o primeiro passo para quem deseja importar e deve ser realizado com antecedência para que o recebimento de sua mercadoria não atrase, você só pode embarcar a carga após receber a senha do SISCOMEX. O processo consiste basicamente na entrega de um grupo de documentos para análise pela Receita Federal desta habilitação. Além disto, a obtenção do RADAR também permite que sua empresa para outros países, ou seja, quem sabe é a hora de vender para o exterior também! Existem vários países, especialmente na América Latina, que não encontrem determinados produtos em suas regiões, e importar do Brasil é uma das soluções para este caso. Esteja preparado para todas as oportunidades!

2. Escolha do fornecedor

Assim como as mercadorias adquiridas no mercado interno, a escolha de um fornecedor no exterior deve ser feita de forma cuidadosa, buscando garantir a obtenção de produtos com qualidade. Desta forma, é importante buscar conhecer o maior número de informações e referências possíveis.

A empresa pode fazer todo o processo por conta própria, ou contar com a ajuda de uma empresa especializada que irá analisar diferentes fatores, como qualidade, capacidade de entrega e idoneidade. As visitas podem ser pessoais ou a distância, tudo dependerá dos valores investidos e da experiência do fornecedor estrangeiro com o mercado brasileiro.

Existem muitos fornecedores disponíveis na internet, porém, mesmo que grande parte deles seja confiável, há uma pequena parcela formada por pessoas de má-fé querendo se aproveitar e atravessar uma negociação comercial. Por isso, a necessidade de checar todas as informações é mais do que necessária: é fundamental para o sucesso da sua jornada importadora. Mas fique tranquilo, os exportadores querem formar parcerias de longo prazo e consequentemente não pretendem criar atritos com seus clientes.

Pense por exemplo em sua empresa: acredito que você pretende oferecer o melhor serviço ou produto para que o cliente retorne e lhe traga negócios por muitos anos. Esta mesma lógica é utilizada por fornecedores estrangeiros, o foco é sempre o longo prazo! Caso você ainda esteja inseguro em relação ao comércio exterior, preparamos um artigo que fala exatamente sobre isto: Mitos na Importação. Além disto, é importante seguir os passos abaixo para garantir que seu fornecedor é confiável! Confira:

Escolhendo o fornecedor para importar produtos

  • Contato por e-mail: Enviar um e-mail para o fornecedor é o passo de qualquer negociação que se inicia no Brasil. Apresente sua empresa, diga seus planos a longo prazo e conte sua experiência na área. Os fornecedores estrangeiros recebem muitas solicitações de orçamento e nem sempre respondem porque acreditam que os compradores não possuem o potencial para fechar um pedido. Além disto, é importante checar as informações de contato dos fornecedores. Confirme se o e-mail e o telefone estão corretos e se eles são realmente de um fornecedor. Desconfie se, por exemplo, o telefone não existir ou se for de outro destinatário. É interessante explorar o site do fornecedor, fazer uma ligação de investigação, e buscar maiores informações sobre o mesmo na internet.

 

  • Verificação da reputação do fornecedor: A imagem de um fornecedor é um bom parâmetro para entender o grau de confiabilidade. Por isso, apure com bastante cautela a respeito de outras relações comerciais realizadas por este fornecedor anteriormente. Pesquise em fóruns de debate e sites sobre a opinião de outros clientes. A internet nos fornece essa possibilidade. E, tenha sempre em mente: se ele não for bom, dificilmente vai conseguir esconder isso por muito tempo.

 

  • Solicite amostras: Uma das maneiras de conhecer o produto é através da solicitação de amostras, assim você poderá analisar presencialmente a qualidade da mercadoria. Além disto, solicitar amostras demonstra interesse por parte do cliente ao fornecedor estrangeiro e ele se esforçará para conseguir ganhar o pedido.

 

  • Visitas presenciais: Os aviões estão lotados de brasileiros buscando fornecedores na China. Faça uma agenda de visitas, programe com seus fornecedores e cheque no horário. Viajar é uma ótima oportunidade para conhecer a estrutura física do exportador, verificar sua idoneidade e estreitar o relacionamento com os vendedores. Os chineses, por exemplo, dão muito valor aos jantares e almoços para negociar as mercadorias.

 

  • Atenção com os pagamentos: Desconfie do fornecedor que parece dar mais importância para o pagamento que tem que receber do que com a estruturação da negociação. Fique de olho!

Importar China Fornecedor

3. Definição das condições comerciais

Assim como toda compra e venda, em uma importação também é necessário definir junto ao fornecedor as condições e prazos para prontidão da mercadoria, forma de pagamento, INCOTERM (responsabilidades do fornecedor ou do importador) , entre outros. Nesta etapa, é importante enfatizar ao exportador que a legislação brasileira exige determinadas regras na documentação instrutiva (Fatura Comercial, Romaneio de Carga), e que deverão estar em conformidade previamente ao embarque da mercadoria no exterior.

Em relação aos INCOTERMS, os mais utilizados são:

  • FOB: FOB é a sigla de Free on Board. Os custos são por conta do vendedor até o momento em que as mercadorias, preparadas para a exportação, tenham sido embarcadas no navio indicado pelo comprador.

 

  • CIF:  É uma condição comercial em que todos os tipos de despesas, incluindo seguro marítimo e frete, estão incluídas no preço negociado com o fornecedor.

 

  • FCA: FCA é a sigla de Free Carrier. A função do vendedor é entregar as mercadorias na empresa transportadora que o comprador indicou. É bastante utilizada no transporte aéreo, ferroviário ou multimodal.

 

  • EXW: EXW é a sigla de Ex Works. É quando todos os custos ficarão por conta do comprador que terá a missão de retirar as mercadorias junto ao vendedor e trazê-las para o seu país.

Estes termos são muitos comuns no comércio exterior e são utilizados para proteger a sua importação através da definição de responsabilidades. Por exemplo, você já se imaginou na situação em que o contêiner é envolvido em um acidente rodoviário entre a fábrica do exportador e o porto de origem na China, de quem é a responsabilidade pelo pagamento dos danos causados? Isto dependerá das condições acordadas nas INCOTERMs e descritos no pro-forma invoice

4. Definição do tipo de importação

As importações formais de pessoa jurídica no Brasil, podem ser feitas de três formas distintas – Importação por conta própria, Importação por conta e ordem de terceiros ou Importação por encomenda. Para escolha adequada, é necessário analisar o tipo de negociação envolvida, bem como as demais condições pertinentes. É interessante contar com a ajuda de um despachante aduaneiro ou de uma trading.

  • Importação por conta própria: A importação por conta própria é realizada diretamente pelo importador. Geralmente esta modalidade é preferida por empresas que possuem uma estrutura própria de importação e que não optam pelo benefício fiscal de ICMS.
  • Importação por conta e ordem de terceiros: Sendo a modalidade mais comum de importação, nesta situação há uma intermediação de uma importadora entre o cliente brasileiro e o exportador estrangeiro. A responsabilidade financeira é do cliente brasileiro, porém, a importadora pode atuar nas seguintes atividades: prospecção e negociação com fornecedores, contratação de frete internacional e nacional, e despacho aduaneiro. O maior benefício desta importação é o benefício fiscal do ICMS.
  • Importação por encomenda: É a modalidade em que uma importadora adquire as mercadorias com um fornecedor estrangeiro através de seus próprios recursos e revende exclusivamente para uma empresa que encomendou previamente a carga.

5. Análise da Licença de Importação

Toda importação formal de pessoa jurídica no Brasil, deve ser amparada por uma classificação fiscal, também conhecida como NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul). Todos os códigos existentes estão contidos na tabela TEC (distribuída pelo MDIC – Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), e a mesma deve ser definida de acordo com as regras gerais de classificação fiscal do Sistema Harmonizado. A partir disso, é necessário analisar o Tratamento Administrativo da NCM, que pode ser:

  • Dispensado de Licenciamento: Para estas mercadorias não há necessidade de licença de importação.
  • Licenciamento automático: O licenciamento da mercadoria é feita de maneira automática.
  • Licenciamento não-automático: Neste caso é necessário obter a licença com o órgão responsável, como ANVISA, Ministério das Forças Armadas, entre outros.

É essencial que esta análise seja feita com antecedência, pois há determinados produtos com restrição da data de embarque, e o não cumprimento dos prazos pode ocasionar em multas ao importador no decorrer do desembaraço aduaneiro. Também para esta análise, pode-se contar com a ajuda de um Despachante Aduaneiro.

6. Contratação do frete internacional

A contratação do frete internacional pode ser feita pelo importador ou pelo exportador, dependendo do INCOTERM definido na negociação. A maioria dos importadores acaba optando pela contratação nacional, tendo em vista que podem realizar mais cotações, de forma a escolher a que ofereça as melhores condições. As empresas responsáveis pela logística internacional são chamadas de “agentes de carga”. Nesta etapa também será definida a modalidade de transporte (aéreo, marítimo, rodoviário) dependendo das condições e necessidades da operação. Após a contratação, o agente de carga irá providenciar o Conhecimento de Embarque, bem como o efetivo embarque da mercadoria no exterior.

7. Despacho aduaneiro

Após a chegada da mercadoria no local definido para despacho no Brasil, bem como sua conclusão de armazenagem pela unidade alfandegária (portos/aeroportos/fronteiras), será disponibilizada pela Receita Federal a presença de carga, que permite o registro da Declaração de Importação. A partir dela, tem-se início o despacho aduaneiro. O registro da DI só poderá ser feito por um despachante aduaneiro, devidamente cadastrado no radar do importador. Os impostos federais devidos variam de acordo com a operação e NCM, porém são recolhidos via débito automático no ato do registro da DI. A parametrização fiscal pode ser dada nos canais Verde, Amarelo, Vermelho ou Cinza, através do Siscomex, e cada um dos mesmos tem condições diferentes a serem analisadas pela Receita Federal, conforme segue abaixo:

  • Canal Verde: a DI é desembaraçada automaticamente, sem necessidade de nenhuma análise pela RFB;
  • Canal Amarelo:a RFB fará a análise documental do processo e, dependendo da mesma, poderá ou não requerer a vistoria física da mercadoria;
  • Canal Vermelho:a RFB fará a análise documental, bem como a vistoria física da mercadoria;
  • Canal Cinza:a RFB fará a análise documental, vistoria física da mercadoria e aplicação de procedimento especial de controle aduaneiro, a fim de analisar elementos indiciários de fraude.

Após o cumprimento dos procedimentos acima, a DI será desembaraçada, ou seja, a mercadoria estará legalmente nacionalizada para utilização e/ou revenda pelo importador.

8. Liberações adicionais e alfandegárias

Dependendo da modalidade de transporte escolhida pelo importador (marítimo/aéreo/rodoviário), haverá procedimentos distintos e específicos a serem cumpridos pelo importador. No caso do modal marítimo, que é o mais comum, há a obrigatoriedade de pagamento do AFRMM (Adicional ao Frete para renovação da marinha mercante), e a passagem de liberação da carga pelo MAPA (Ministério da Agricultura). Além disso, toda importação no Brasil tem a necessidade de recolhimento do ICMS, que é um imposto estadual devido ao estado onde está localizado o importador da mercadoria. Os recintos alfandegados (portos/aeroportos) também possuem alguns procedimentos próprios, logo deve-se contar com o auxílio de um despachante aduaneiro para promover todas as liberações pertinentes. Após serem feitas, a carga poderá ser coletada e carregada para o destino desejado.

9. Entrega no destino final

Após todos estes passos a mercadoria está pronta para ser descarregada no depósito da empresa. É essencial que seja feita uma validação da qualidade dos materiais recebidos, da quantidade adquirida, e de possíveis avarias durante o transporte. Caso você encontre alguma divergência, consulte seu despachante aduaneiro e empresa de trading para que ela tome as medidas cabíveis.

 

9. Venda de produtos importados

O trabalho do importador não acaba com a chegada da mercadoria, este é o só o começo! Agora chegou a hora de definir o preço de seus produtos e começar a distribuí-los. Tenha em mente a sustentabilidade de seu negócio e que todas as decisões tomadas hoje impactarão o seu futuro: embalagem, vendedores, preços e a divulgação de produtos.

Você já encontrou boas oportunidades de negócios da China? Compartilhe conosco nos comentários abaixo!

Onde buscar oportunidades de importação?

O mundo da importação/exportação é fascinante, cheio de oportunidades e possibilidades de investimentos lucrativos. O risco existe, mas ele se torna totalmente controlável quando você conhece bem alguns pontos importantes do processo. E um deles são os melhores países para importar produtos.

E para que seu caminho seja apenas de sucesso em todos os degraus, preparamos uma lista com os países que te oferecem as oportunidades mais vantajosas.

 

China

         

A China é destaque total no mundo das exportações. Ao longo dos anos o país tem superado grandes potências mundiais e assumindo o topo do ranking no segmento.

Em 2014, as exportações dos chineses cresceram 6,1% em relação ao ano anterior. O comércio alcançou a impressionante marca de US$ 2,35 trilhões.

Com relação aos produtos mais exportados pela China, destacam-se:

  • Aparelhos transmissores e receptores.
  • Celulares
  • Bombas e compressores.
  • Motores e geradores.
  • Compostos orgânicos e inorgânicos.
  • Circuitos impressos.
  • Circuitos integrados.
  • Dispositivos móveis.

 

Índia

 

A Índia é uma nação emergente. O crescimento econômico do país nos últimos anos tem sido excelente, o que a coloca como a nona maior economia do mundo.

O crescimento anual da Índia tem sido de 7%, resultado dos esforços de uma economia diversificada, com destaque para as áreas tecnológica, de serviços, agrícola, financeira e industrial.

É destaque nas exportações indianas:

  • Produtos manufaturados.
  • Indústria de tecnologia.
  • Produção de softwares.

 

Estados Unidos

 

Os Estados Unidos são detentores da maior economia do mundo, em volume de PIB. Trabalhando totalmente dentro dos parâmetros capitalistas, se destacam em diversos setores.

Possui um mercado consumidor interno forte e com bastante poder aquisitivo. Os principais setores econômicos dos EUA são as finanças, a indústria, tecnologia, mineração, agricultura e turismo.

Nas exportações, os Estados Unidos se destacam:

  • Produtos agrícolas
  • Suprimentos industriais
  • Computadores
  • Motores de veículos
  • Transistores
  • Equipamentos de telecomunicações


Alemanha

 

A economia da Alemanha é a mais rica da Europa. Destaque para a indústria alemã, altamente desenvolvida, com tecnologia de última geração. Também merecem destaque os setores de finanças e de serviços.

O país fechou o ano de 2014 como a quarta maior economia do mundo, com um PIB de US$ 3,621 trilhões, representando um crescimento de 1,5% (PIB).

Os destaques nas exportações alemães são:

  • Produtos químicos
  • Veículos
  • Manufaturas
  • Máquinas
  • Metais
  • Produtos têxteis e alimentícios.

 

Japão

 

A Segunda Guerra Mundial foi um divisor de águas para a economia japonesa. Com a ajuda estrangeira, em especial dos EUA, o Japão investiu pesado no desenvolvimento tecnológico e industrial. E já na década de 70 já era uma das grandes potências do mundo.

Hoje o Japão já é a terceira maior economia do mundo em volume de PIB. Além disso, uma das grandes vantagens do país é a sua infraestrutura (geração de energia, rodovia e portos), que colabora muito com o desenvolvimento do país.

Entre os destaques das exportações japonesas, estão:

  • Equipamentos eletrônicos
  • Veículos
  • Artigos de informática

 

 

Mercosul


O Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) trata-se da união comercial e política entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, que assinaram o Tratado de Assunção em março de 1991.

Após esse período, outros países se uniram ao Mercosul: Chile (1996), Bolívia (1997), Peru (2003), Colômbia, Equador e Venezuela (2204).

O comércio dentro do Mercosul passou de US$ 4,5 bilhões (1991) para US$ 59,4 bilhões (2013).

Como destaque nas exportações do Mercosul, temos:

  • Produtos industrializados
  • Produtos agrícolas (açúcar, soja, carne bovina, vinho e arroz)
  • Energia (destaque para a Venezuela, que detém quase 93% das reservas de petróleo do Mercosul)

 

Pagamento na Importação: modalidades

Todos os detalhes são importantes quando estamos tratando de importação. Afinal, você quer e precisa escolher as melhores opções, a melhor qualidade, os preços mais acessíveis e a modalidade de pagamento que mais se adequa à sua realidade e ao perfil da sua empresa.

Separamos quatro modalidades para que você tenha todas as informações sobre as vantagens e desvantagens de cada uma e, assim, possa tomar a decisão mais acertada.

Importação - NEST Consultoria
Importação – NEST Consultoria

Todas elas podem sofrer algumas alterações, dependendo do Incoterm (Termos Internacionais de Comércio que definem, no contrato assinado, todos os direitos e deveres do importador e do exportador) utilizado e também do meio de transporte internacional definido para a transação.

Vamos às modalidades de pagamento na importação:

 

Pagamento Antecipado na Importação

 

É a opção mais interessante para o exportador pois ela mitiga o risco de inadimplência. Além disto, é possível

 

Vantagens:

  • Quando ocorre variação do preço do bem importado, essa vantagem fica para o exportador;
  • O importador estreita laços com o exportador, gerando uma relação confiável e duradoura;
  • Apesar do pagamento ser antecipado, os bancos oferecem a modalidade de financiamento da importação – FINIMP.

 

Desvantagens:

  • Os riscos políticos e comerciais ficam sob responsabilidade do importador pois ele antecipará o valor ao fornecedor e precisa confiar na relação;

 

  • É necessário desembolsar o valor com antecedência.

 

Remessa sem saque

 

O importador recebe os documentos de embarque do exportador, desembaraça a mercadoria na alfândega e, após isso, envia o valor acordado para o exportador.

Vantagens:

  • Não há despesas bancárias;
  • Acelerada tramitação de documentos;
  • Não há desembolso financeiro até o recebimento da mercadoria.

 

Desvantagens:

 

  • Na remessa sem saque, há risco de extravio de documentação e atraso no processo;
  • Nem todos os fornecedores aceitam esta condição pois existe a necessidade de um relacionamento comercial de confiança.

 

Cobrança Documentária

 

O exportador envia a mercadoria e entrega os documentos de embarque ao banco remetente, que os encaminha ao banco cobrador; este fica responsável pela entrega ao importador.

 

Vantagem:

  • Menor risco de extravio de documentos, pois as tramitações e operações serão realizadas pelo banco.

 

Desvantagem:

  • A mercadoria só é liberada quando ocorre o pagamento do saque.

 

Carta de Crédito

 

É expedida por um banco emissor e formaliza o compromisso do banco de pagar o exportador da mercadoria.

Vantagem:

  • Só há obrigatoriedade de pagamento quando todos os termos e condições da carta de crédito forem cumpridos. Ou seja, caso o fornecedor não entregue os produtos de acordo com a descrição da documentação, não há necessidade de efetuar o pagamento. Esta é a modalidade mais segura de pagamentos, porém envolve a obtenção de linhas de créditos nos bancos e do pagamento das taxas de processamento da operação.

 

Desvantagem:

  • O importador fica responsável pelo custo real da carta de crédito.

Tendências no comércio exterior

Vários são os detalhes que precisamos considerar quando a intenção é examinar as tendências e perspectivas no comércio exterior. As exportações pelo mundo não param de crescer e se diversificar nos últimos anos, com novas opções de mercado e inclusão de países até então deixados de lado na lista de oportunidades e exportações.
E para fazermos uma análise bem realista e que permita uma boa noção daquilo que realmente tem acontecido e que pode ainda vir a acontecer, separamos algumas informações que serão importantes para a sua análise e conclusões.

1 – A logística internacional

A logística internacional tem encontrado cada vez mais facilidades e pontos positivos a seguir. A disponibilidade de novas rotas globais aumentou a expectativa de novos mercados exportadores, o que gera preços ainda mais competitivos e aumento das opções para quem deseja importar produtos de boa qualidade a preços satisfatórios.
A grande vantagem e que facilita ainda mais todo o processo é o desenvolvimento de empresas especializadas em fazer a ponte entre exportador e importador de forma profissional, com conhecimento total do mercado, auxiliando o cliente em todas as fases do processo e evitando que haja prejuízos e negócios equivocados.

2 – Importação de diferentes países

Até certo momento, existiam certos países que dominavam as exportações mundiais e isso, de certa forma, prejudicava os países importadores, que ficavam sem muitas opções, sendo muitas vezes reféns de preços não tão competitivos.
Mas o surgimento de novas opções abriu o leque de possibilidades e, hoje, é possível diversificar as negociações com diferentes mercados.

Quem imaginaria que países como Turquia, Índia e México hoje seriam excelentes alternativas no comércio mundial?

Com o auxílio de empresas especializadas, isso se torna ainda mais possível, pois você terá acesso a fornecedores qualificados, e terá alguém que acompanhará de perto todo o processo de embarque e entrega da sua mercadoria.
Somando-se a isso, a introdução de novos mercados possibilita importar de vários locais ao mesmo tempo, aproveitando as melhores oportunidades espalhadas pelo mundo.

3 – Distribuidoras de produtos internacionais

Uma nova e importante tendência do mercado atual é a ação de empresas distribuidoras de produtos internacionais. Tais corporações têm a capacidade de importar produtos de um país e depois exportá-los para outros países.
De certa forma, podemos dizer que, pela sua capacidade de estocagem, essas empresas substituem vários países e negociam diretamente com outras nações, estipulando novas condições de acordos comerciais.
Mas esse tipo de negociação só é possível com empresas com grande poder de negociação, capital disponível e local para estocagem.

4 – Diversificação do portfólio de produtos

É possível que você imagine que para diversificar a lista de produtos você tenha que investir mais capital na produção dos mesmos, correto?
Mas isso não é preciso quando você importa produtos complementares de outros países e tem a condição de fazer o cross selling. Isto quer dizer que você pode atender em plenitude o seu cliente, suprindo todas as necessidades que o levaram a comercializar com você e ainda complementar com novos produtos.
Em outras palavras, você não precisa investir na produção de novos produtos, vende novas possibilidades com as importações, aumenta o seu faturamento e ainda cria diferencial no mercado.

5 – Sustentabilidade cada vez mais em voga

A preocupação com o meio ambiente tem crescido a olhos vistos. E estar antenado com a sustentabilidade melhora a imagem e atrai novos negócios, pois os clientes estão cada vez mais críticos e preocupados em se aproximar de empresas sérias e que tem ética na produção e comercialização de produtos.
E a vantagem do crescimento de empresas especializadas em comércio, negócios e logística internacional aumenta a possibilidade de encontrar parceiros preocupados com a responsabilidade social e ambiental.

De qual país importar? (O #2 é o país com mais oportunidades)

O mundo da importação/exportação é fascinante, cheio de oportunidades e possibilidades de investimentos lucrativos. O risco existe, mas ele se torna totalmente controlável quando você conhece bem alguns pontos importantes do processo. E um deles são os melhores países para importar produtos.

Para que seu caminho seja apenas de sucesso em todos os degraus, preparamos uma lista com os países que te oferecem as oportunidades mais vantajosas.

China

A China é destaque total no mundo das exportações. Ao longo dos anos o país tem superado grandes potências mundiais e assumindo o topo do ranking no segmento. Em 2014, as exportações dos chineses cresceram 6,1% em relação ao ano anterior. O comércio alcançou a impressionante marca de US$ 2,35 trilhões.
Com relação aos produtos mais exportados pela China, destacam-se:

  • Aparelhos transmissores e receptores.
  • Celulares.
  • Bombas e compressores.
  • Motores e geradores.
  • Compostos orgânicos e inorgânicos.
  • Circuitos impressos.
  • Circuitos integrados.
  • Dispositivos móveis.

Índia

A Índia é uma nação emergente. O crescimento econômico do país nos últimos anos tem sido excelente, o que a coloca como a nona maior economia do mundo.
O crescimento anual da Índia tem sido de 7%, resultado dos esforços de uma economia diversificada, com destaque para as áreas tecnológica, de serviços, agrícola, financeira e industrial.
É destaque nas exportações indianas:

  • Produtos manufaturados.
  • Indústria de tecnologia.
  • Produção de softwares.

 

Estados Unidos

Os Estados Unidos são detentores da maior economia do mundo, em volume de PIB. Trabalhando totalmente dentro dos parâmetros capitalistas, se destacam em diversos setores.
Possui um mercado consumidor interno forte e com bastante poder aquisitivo. Os principais setores econômicos dos EUA são as finanças, a indústria, tecnologia, mineração, agricultura e turismo.
Nas exportações, os Estados Unidos se destacam:

  • Produtos agrícolas.
  • Suprimentos industriais.
  • Computadores.
  • Motores de veículos.
  • Transistores.
  • Equipamentos de telecomunicações.

 

Alemanha

A economia da Alemanha é a mais rica da Europa. Destaque para a indústria alemã, altamente desenvolvida, com tecnologia de última geração. Também merecem destaque os setores de finanças e de serviços.
O país fechou o ano de 2014 como a quarta maior economia do mundo, com um PIB de US$ 3,621 trilhões, representando um crescimento de 1,5% (PIB).
Os destaques nas exportações alemães são:

  • Produtos químicos.
  • Veículos.
  • Produtos manufaturados.
  • Máquinas.
  • Metais.
  • Produtos têxteis e alimentícios.

 

Japão

A Segunda Guerra Mundial foi um divisor de águas para a economia japonesa. Com a ajuda estrangeira, em especial dos EUA, o Japão investiu pesado no desenvolvimento tecnológico e industrial. E já na década de 70 já era uma das grandes potências do mundo.
Hoje o Japão já é a terceira maior economia do mundo em volume de PIB. Além disso, uma das grandes vantagens do país é a sua infraestrutura (geração de energia, rodovia e portos), que colabora muito com o desenvolvimento do país.
Entre os destaques das exportações japonesas, estão:

  • Equipamentos eletrônicos.
  • Veículos.
  • Artigos de informática.

Mercosul

O Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) trata-se da união comercial e política entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, que assinaram o Tratado de Assunção em março de 1991.
Após esse período, outros países se uniram ao Mercosul: Chile (1996), Bolívia (1997), Peru (2003), Colômbia, Equador e Venezuela (2204).
O comércio dentro do Mercosul passou de US$ 4,5 bilhões (1991) para US$ 59,4 bilhões (2013).
Como destaque nas exportações do Mercosul, temos:

  • Produtos industrializados.
  • Produtos agrícolas (açúcar, soja, carne bovina, vinho e arroz).
  • Energia (destaque para a Venezuela, que detém quase 93% das reservas de petróleo do Mercosul).

Você gostaria de importar de algum desses países? Conte para a gente nos comentários abaixo!

Feiras para encontrar oportunidades na China (a #1 é a melhor!)

Muitos empreendedores brasileiros me perguntam sobre o melhor produto para importar, mas esta resposta não é simples. O segredo está em encontrar produtos que fujam do convencional, ou seja, que não estejam na ponta da língua das pessoas. É muito bom importar calçados, eletrônicos ou roupas, por exemplo. Porém, estes mercados já possuem muita concorrência (nacional e internacional) e portanto tendem a tornar as importações menos lucrativas.

Por outro lado, a China está cheia de oportunidades a serem exploradas! São peças de reposição para máquinas e equipamentos, novidades em utensílios domésticos, produtos de decoração e peças automotivas.

 

Prepare seu passaporte e venha explorar o mundo das feiras na China! Esta continua a ser a melhor maneira de encontrar um nicho de mercado e faturar muito.

 

Quem tem sempre em mente a necessidade de atualização e reciclagem está sempre buscando acompanhar tudo o que acontece no seu meio de atuação. E quando falamos de importação e exportação, as feiras são uma excelente oportunidade – é a melhor maneira de estar envolvido e próximo às tendências globais.

E para que você conheça os principais eventos da área, separamos detalhes sobre as principais feiras da China e Hong Kong. Confira abaixo:

 

Canton Fair de Guangzhou

A Canton Fair é a principal feira multissetorial do mundo. Realizada todos os anos na cidade chinesa de Guangzhou (sul da China), o evento conta com uma impressionante variedade de compradores de todo o mundo e também de expositores. A Feira foi fundada em 1957 e, ao longo desses 58 anos, virou referência para as empresas. Todo ano, o encontro é realizado duas vezes, na primavera e no outono.

A 118º Canton Fair ocorreu entre 15 de outubro e 5 de novembro. O evento ocorrerá no Complexo da Feira de Exportação e Importação da China (Yue Jiang Zhong Lu, bairro de Haizhu, Guangzhou)

Em números, é possível perceber a grandeza do evento:

  • 48 delegações.
  • Mais de 20 mil companhias de comércio exterior, instituições científicas, fábricas, companhias privadas, empresas com investimentos no exterior, entre outras.
  • Mais de 1 milhão de metros quadrados de Feira.
  • Mais de 60 mil stands.
  • Mais de 150 produtos expostos.

 

Asia Fruit Logistica

A Feira Internacional para o Marketing de Frutas e Hortaliças é a melhor Feira internacional de negócios envolvendo frutas e hortaliças. O encontro envolve mais de 2400 companhias globais e de porte médio de todo o mundo.

 

Hong Kong Electronics Fair

A Feira Internacional de Eletrônicos de Hong Kong ocorre no Hong Kong Conventions and Exibition Centre, em Hong Kong, na China. É um encontro de alto nível que envolve profissionais da área de eletrônicos, como áudio e vídeo, produtos de eletrônica, comunicação e multimídia, montagem, produção e tecnologia e também componentes eletrônicos.

 

Print, Pack and Paper

A Feira Internacional de Impressão, Embalagens e Papelaria acontece no Shanghai New International Center, em Xangai, na China. É um evento anual voltado para os profissionais que trabalham com impressão, embalagem e papelaria.

São inúmeros produtos expostos, entre eles:

  • Prensas.
  • Equipamentos de impressão.
  • Letreiros.
  • Embalagens.
  • Pôsters.
  • Etiquetas.
  • Equipamentos post-impressão.
  • Papelão.
  • Papel.
  • Papel reciclado.

Minha dica é: viaje com a mente aberta e esteja atento para todas as oportunidades que possam aparecer. As grandes oportunidades estão nos itens fora do convencional! Você já foi em alguma dessas feiras? Conte como foi sua experiência nos comentários abaixo.

Incoterms: Aprenda como proteger as suas importações e exportações

Incoterms são regras especiais que nos ajudam a proteger as operações de comércio internacional. Os termos mais importantes são CIF, FOB, EXW e FCA, e eles são utilizados para definir os custos e responsabilidades de impostos e logística durante o transporte das mercadorias.

Por exemplo, você já se imaginou na situação em que o contêiner é envolvido em um acidente rodoviário entre a fábrica do exportador e o porto de origem na China, de quem é a responsabilidade pelo pagamento dos danos causados? Isto dependerá das condições acordadas nas INCOTERMs e descritos no pro-forma invoice.

Quando falamos em comércio internacional, é importante tomarmos conhecimentos de todos os detalhes inerentes ao assunto; afinal, queremos fazer bons negócios e obter lucros e experiências satisfatórias. E uma das coisas que precisamos aprender são os Incoterms.

Os Incoterms são regras especiais que nos ajudam a interpretar termos muito utilizados no comércio internacional. Quando fazemos uma negociação dentro do nosso país, os percursos envolvidos são menores, ambos os lados conhecem a cultura local e não há o empecilho do idioma, que geralmente é uma grande barreira. Mas quando estamos tratando de comércio internacional, é preciso criar padrões gerais de distribuição e todos os detalhes referentes aos riscos e despesas do transporte de mercadorias.

Foi pensando em resolver todas essas questões que a Câmara de Comércio Internacional (CCI) criou os Incoterms, em 1936. Os Incoterms são divididas em:

  • Grupo E: partida (EWX)
  • Grupo F: transporte principal não pago (FCA, FAZ, FOB)
  • Grupo C: transporte principal pago (CFR, CIF, CPT, CIP)
  • Grupo D: chegada (DAF, DES, DEQ, DDU, DDP).

Para que você domine o assunto e se prepare ainda mais para o comércio internacional, separamos algumns Incoterms para você conhecer mais profundamente.

1 – CIF

CIF é a sigla de Cost, Insurance and Freight (Custo, Seguro e Frete). É uma condição comercial em que todos os tipos de despesas, incluindo seguro marítimo e frete, estão incluídas no preço negociado com o fornecedor. Ela é responsável não somente pelas despesas de transporte até o ponto de destino, mas também cuida dos riscos a que as mercadorias estão expostas durante o trajeto.

2 – FOB

FOB é a sigla de Free on Board. Os custos são por conta do vendedor até o momento em que as mercadorias, preparadas para a exportação, tenham sido embarcadas no navio indicado pelo comprador. Após isto, os custos com frete marítimo, o desembaraço no local de destino, e a entrega até o galpão do importador, é de responsabilidade do comprador.

3 – EXW

EXW é a sigla de Ex Works. É quando todos os custos ficarão por conta do comprador que terá a missão de retirar as mercadorias junto ao vendedor e trazê-las para o seu país. Ou seja, o exportador disponibilizará as mercadorias na fábrica do país de destino, e é responsabilidade do importador fazer o trânsito até o local desejado.

4 – FCA

FCA é a sigla de Free Carrier. A função do vendedor é entregar as mercadorias na empresa transportadora que o comprador indicou. É bastante utilizada no transporte aéreo, ferroviário ou multimodal.

 

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